A Presidência da Câmara Municipal de Lucena entrou no centro de uma série de acusações que, se comprovadas, podem provocar desdobramentos administrativos, civis e criminais,e até cassação de mandato O alvo dos relatos é o vereador Emerson de Lucena Gomes, conhecido como Mersinho da UP, atual presidente do Legislativo municipal.

As acusações foram atribuídas pela empresa And Information Ltda., que atua nas áreas de consultoria, marketing e produção de conteúdo para redes sociais. Segundo o relato apresentado pela empresa, após participar de um procedimento de contratação e vencer a disputa para prestar serviços à Câmara, teria começado uma suposta cobrança paralela envolvendo parte do valor contratado.
De acordo com a denúncia, o contrato teria valor mensal de R$ 5,6 mil. O problema, segundo a empresa, teria surgido quando o presidente da Câmara teria exigido que 50% do valor recebido fosse repassado à sua esposa, identificada no relato como Maria da Guia,via PIX,pelo numero 83991378007,como mostra o extrato bancário e dia e hora pós o crédito feito sempre um dia após o repasse por parte do poder executivo ao poder legislativo
A suposta exigência, segundo a denúncia, teria sido apresentada como condição para a continuidade do contrato. Em outras palavras: o fornecedor receberia oficialmente pelo serviço, mas teria de devolver metade do dinheiro por fora,como condição apresentado pelo presidente do legislativo de Lucena ,e candidato a reeleição Mersinho da UP
Segundo a versão apresentada pela empresa, a cobrança teria ocorrido depois da contratação e dos pagamentos mensais. O relato aponta que o dinheiro deveria retornar por meio de transferência para pessoa ligada ao presidente NO CASO SUA ESPOSA MARIA DA GUIA
Segundo um familiar do vereador, cuja identidade preferimos não divulgar ,já que o mesmo não concordava com a prática criminosa, conhecida informalmente como “rachadinha” teria se repetido com outros fornecedores da Câmara.
Ainda conforme essa fonte, fornecedores de serviços como coffee break, locação de software, sonorização das sessões e outras atividades estariam sujeitos à mesma suposta exigência: dividir parte do valor contratado com o ordenador de dispesas no caso o vereador presidente
O mecanismo descrito seria simples. Primeiro, haveria a suposta combinação do percentual que deveria retornar. Depois, o fornecedor receberia oficialmente pelo serviço. Na sequência, segundo o relato, receberia uma mensagem no celular com os dados de um Pix associado à esposa do presidente.
A eleição da Presidência e a suposta “dívida” de R$ 40 mil Paga por Mersinho da UP
Outro trecho das denúncias envolve a próxima eleição da Mesa Diretora da Câmara.
De olho na reeleição para a presidência da Câmara, marcada para os primeiros dias de outubro, Mersinho já anda por aí cantando vitória. O segredo da sua suposta “tranquilidade”? A geopolítica do sufoco financeiro.
O presidente da Câmara de Lucena tem confesado a aliados que tem vereadores “na palma da mão”. O caso mais escandaloso seria o de uma vereadora atolada em dívidas que, segundo os bastidores, teria um débito de mais de R$ 40 mil com um agiota supostamnte quitado pelo próprio presidente. O “empréstimo de camaradagem”, claro, veio com juros embutidos em voto obrigatório para a sua recondução ao cargo,segundo fontes a no meio de toda essa história ,outra parlamentar que poderár está em situação de emergência neste caso não seria devida com agiota ,mais por necessidade mesmo,que o diga o relogio gravador do presidente,que segundo uma fonte proxima de Mersinho da UP estariam todos os vereadores sendo gravados em conversas reservadas com o presidente
Mais as irregularidade do vereador presedente não para por ai, até a compra de mobília para o Legislativo entrou na dança: um familiar de Mersinho teria recebido supostamente uma boquinha de R$ 3 mil em espécie de propina de um fornecedor, lojá localizada na epitácio pessoa , repassando a bolada direto para as mãos do ilustre chefe do parlamento municipal.
Se não bastasse as supostas irregularidades O suposto “relógio espião”
Outra acusação chama atenção pelo caráter inusitado.
Enquanto os cofres da Cãmara de lucena sangram, o cardápio de irregularidades é vasto. Ex-auxiliares que tiveram a audácia de discordar do apetite financeiro fora da lei de Mersinho da UP foram limusinizados — ou melhor, exonerados. Um ex-membro da equipe, que prefere o anonimato por motivos óbvios, revelou um detalhe digno de filme de espionagem barata: Mersinho circula desfilando com um relógio espião equipado com aplicativo de gravação. O artefato serve para registrar, sem autorização, conversas com autoridades e cidadãos comuns que vão pedir ajuda ao gabinete. Um belo “arquivo” para chantagear e fazer barganha política nos bastidores












