A sessão da última sexta-feira na Câmara Municipal de Lucena virou palco de um duro confronto político. No uso da palavra durante o Grande Expediente, o presidente da Casa, vereador Mersinho, subiu o tom do discurso e acusou formalmente o prefeito Léo Bandeira de estar roubando madeira de lei das áreas preservadas de manguezal para erguer cercas na praia,evitando a passagem de veiculos e a ocupação da area,indevidamente.
Segundo a denúncia do vereador gravada durante a própria transmissão da sessão, a extração ilegal de árvores históricas estaria sendo feita para isolar trechos da orla e bloquear o tráfego de veículos — com o cercamento concentrado, de forma estratégica, em frente à residência do próprio gestor municipal.
Crime ambiental e crítica à fiscalização
Mersinho destacou que a prática configura um gravíssimo crime ambiental, fruto de uma tentativa atrapalhada da gestão de resolver os problemas de trânsito da cidade às custas da destruição do ecossistema local.
“Em vez de mandar a Companhia de Trânsito para as ruas para fiscalizar, orientar e punir quem descumpre as regras, a prefeitura prefere roubar a madeira do mangue e derrubar árvores históricas para fazer cerca na areia. Uma atitude equivocada, até porque não existe como cercar a praia inteira”, desabafou o vereador na tribuna.
O presidente da Câmara de Lucena, vereador Mersinho da UP, ao contrario do prefeito Leo Bandeira é acusado, em relatos atribuídos a empresários, de suposto superfaturamento em contratos e exigência de propina em pagamentos a terceiros.
As denúncias também apontam que o parlamentar teria quitado dívidas de vereadores com o objetivo de obter votos para sua recondução à presidência do Legislativo. Um servidor da própria Câmara também lhe atribui suposta lavagem de dinheiro público com participação de familiares.
Já o discurso de suposto roubo de madeiras atribuido a prefeitura de lucena e que está registrado nos anais da Câmara, vem também o outro crime às gravações de conversas com a classe política,e pessoas do povo geralmente os mais necessitados ,isso sobre a responsabilidade do vereador Mersinho que inclui em algumas gravações o próprio prefeito, a denúncia coloca a gestão sob forte pressão política e jurídica, podendo gerar desdobramentos na Justiça e no Ministério Público envolvendo o vereador gravador ,Segundo informações essa pratica criminosa por parte do vereador é recorrente,diz um ex-assesor











