Um plantão médico no Hospital Geral Ana Virgínia, em Caaporã (Litoral Sul da Paraíba), transformou-se em cenário de conflito e intimidação. A médica Nayalla Jales Maia Pedrosa acionou a Justiça e registrou um boletim de ocorrência na delegacia da cidade contra o vereador Ednaldo Oliveira de Souza, conhecido como Camarão (Republicanos), após sofrer episódios de violência moral e psicológica durante o exercício de suas funções.
De acordo com os relatos formalizados pela defesa da profissional, o parlamentar teria invadido a área de atendimento da unidade no caso enfermaria em tom elevado e aos gritos, cobrando explicações sobre recursos da saúde — chegando a mencionar a cifra de R$ 3 milhões destinados ao hospital — no exato momento em que pacientes, inclusive em estado grave, aguardavam socorro.
A abordagem do vereador gerou forte clima de constrangimento e tensão entre funcionários e pacientes. A situação escalou para um confronto direto com a médica, que, diante da forte pressão psicológica e do abalo emocional sofrido, precisou abandonar o setor e buscar refúgio em seu quarto de descanso,abalada emocionalmente com a maneira truculenta e agressiva do parlamentar fato gerado na presença de vários pacientes e pessoas que esperavam atendimento médico no hospital de Caaporã
Esfera Policial e Judicial: A defesa da médica ingressou com um pedido formal de medida protetiva. O Judiciário deverá analisar a aplicação de mecanismos legais de proteção, avaliando inclusive os contornos jurídicos de violência psicológica no contexto profissional.
Âmbito Legislativo: O caso foi encaminhado para análise institucional e poderá gerar desdobramentos éticos e disciplinares inclusive com a perda do mandato parlamentar se assim seus pares entenderem,já que o caso tem várias interpretações .
Apoio de Entidades da Classe: Associações e entidades representativas da medicina na Paraíba já anunciaram que estão acompanhando o caso de perto, prestando todo o suporte jurídico e psicológico necessário à médica,e estudando medidas judiciais contra Camarão,segundo a população o parlamentar apresenta comportamento bipolar e agressivo, quando se sente contrariado em seus objetivos ,seu estilo agressivo vem se tornando corriqueiro,nas sessões legislativa esse fato se repete em seus pronuciamentos , moradores da própria cidade confirma a falta de educação e comportamento explosivo afirmou uma das paciente senhora Maria do Carmo residente em Capoorã ,a reportagem do fatonewspb.com.br tentou contato tel com o parlamentar atravês da jornalista michely senna mais sem retorno
O caso coloca novamente em discussão os limites da atuação de agentes políticos dentro de unidades de saúde. Fiscalização parlamentar e cobrança por serviços públicos são atribuições legítimas, mas eventuais condutas que ultrapassem esses limites precisam ser apuradas pelas instituições competentes.


Após procurar a delegacia, a profissional formalizou o caso por meio de registro policial e adotou medidas judiciais com assistência de advogados. A defesa sustenta que os fatos narrados configurariam violência moral e psicológica e busca a aplicação das medidas previstas na legislação










