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		<title>BRASILIA: Banco Master pagou R$ 80,2 milhões a escritório de mulher de Alexandre de Moraes em 22 meses</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação FatoNewsPB]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 08 Apr 2026 17:25:13 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Últimas Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Por nota, o gabinete do ministro afirmou que ele “jamais viajou em nenhum avião de Daniel Vorcaro ou em sua companhia e de Fabiano Zettel, a quem nem conhece”. O texto, contudo, não fez comentários sobre voos em aeronaves que pertencem à empresa que era de Vorcaro. A equipe do ministro não se manifestou sobre o voo no dia anterior a uma reunião com o dono do Master.</p>
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<p>O escritório da advogada <strong>Viviane Barci de Moraes</strong>, mulher do ministro do <strong>Supremo Tribunal Federal (STF)</strong> <strong>Alexandre de Moraes</strong>, recebeu R$ 80,2 milhões em pagamentos do <strong>Banco Master</strong>, em 2024 e 2025</p>



<p>Os pagamentos constam na declaração de Imposto de Renda da instituição financeira do banqueiro <strong>Daniel Vorcaro</strong>, liquidada pelo <strong>Banco Central</strong>, enviadas à <strong>CPI do Crime Organizado</strong>, do <strong>Senado</strong>.</p>



<p>Em nota, o escritório afirmou que “não confirma essas informações incorretas e vazadas ilicitamente, lembrando que todos os dados fiscais são sigilosos”.</p>



<p>Os valores declarados confirmam a relação comercial do Master com a mulher de Moraes por meio do escritório Barci de Moraes Sociedade de Advocacia.</p>



<p><br>Em dezembro, o jornal <em>O Globo</em> revelou que <strong>o contrato, firmado no início de 2024</strong>, previa pagamentos mensais de R$ 3,6 milhões por três anos.</p>



<p>Segundo os documentos obtidos pela CPI, o Master fez 22 pagamentos de R$ 3.646.529,72, entre fevereiro de 2024 e novembro de 2025, quando o Banco Central decretou a liquidação do banco.</p>



<p>Moraes e Viviane pegaram <strong>ao menos oito voos</strong> em aeronaves particulares de uma empresa ligada a Vorcaro entre maio e outubro de 2025.</p>



<p>Documentos da <strong>CPI do Crime Organizado</strong>, da Aeronáutica e de empresas de táxi aéreo, obtidos pelo <strong>Estadão</strong>, indicam que <strong>Moraes viajou de Brasília para São Paulo em agosto de 2025 em um avião de empresa da qual Vorcaro era sócio</strong>. No dia seguinte à viagem, ele teria se reunido com o banqueiro, segundo mensagem de Vorcaro enviada a então namorada, Martha Graeff, na ocasião</p>



<p>Em nota divulgada na semana passada, o escritório de Viviane Barci afirmou que “contrata diversos serviços de taxi aéreo, e que entre os que já foram em algum momento contratados está o da empresa Prime Aviation”. Disse também que “todos os valores eram pagos compensando os honorários advocatícios nos termos contratuais”.</p>



<p>Por nota, o gabinete do ministro afirmou que ele “jamais viajou em nenhum avião de Daniel Vorcaro ou em sua companhia e de Fabiano Zettel, a quem nem conhece”. O texto, contudo, não fez comentários sobre voos em aeronaves que pertencem à empresa que era de Vorcaro. A equipe do ministro não se manifestou sobre o voo no dia anterior a uma reunião com o dono do Master.</p>



<p>Desde que Moraes passou a integrar a mais alta instância do Poder Judiciário, em março de 2017, <strong>o ministro e a mulher tiveram aumento de 266% do patrimônio imobiliário</strong>, como mostrou o <strong>Estadão</strong>.</p>



<p>Hoje, o casal possui 17 imóveis, avaliados em R$ 31,5 milhões. Nos últimos cinco anos, o casal desembolsou R$ 23,4 milhões na compra de imóveis em Brasília e em São Paulo, todos eles à vista.</p>



<p>As informações se baseiam nos contratos de compra de imóveis registrados em cartório, obtidos pel midia nacional Esse valor leva em conta os preços nominais pagos pelo casal na aquisição de casas, terrenos, apartamentos e salas comerciais de que são proprietários hoje.</p>



<figure class="wp-block-gallery has-nested-images columns-default is-cropped wp-block-gallery-1 is-layout-flex wp-block-gallery-is-layout-flex">
<figure class="wp-block-image size-large"><img fetchpriority="high" decoding="async" width="625" height="437" data-id="1018" src="https://www.fatonewspb.com.br/wp-content/uploads/2026/04/Captura-de-tela-2026-04-08-142426.png" alt="" class="wp-image-1018" srcset="https://www.fatonewspb.com.br/wp-content/uploads/2026/04/Captura-de-tela-2026-04-08-142426.png 625w, https://www.fatonewspb.com.br/wp-content/uploads/2026/04/Captura-de-tela-2026-04-08-142426-300x210.png 300w" sizes="(max-width: 625px) 100vw, 625px" /></figure>
</figure>



<p>Moraes e Viviane foram procurados por meio de suas assessorias de imprensa para se manifestarem sobre essas informações, mas não responderam.</p>
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		<item>
		<title>Alvo de investigação policial, vereador de Santa Rita já propôs regra para permitir participação de parlamentares presos em sessões</title>
		<link>https://www.fatonewspb.com.br/alvo-de-investigacao-policial-vereador-de-santa-rita-ja-propos-regra-para-permitir-participacao-de-parlamentares-presos-em-sessoes/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação FatoNewsPB]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 08 Apr 2026 17:09:50 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Policial]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O vereador João Alves, que se tornou alvo de mandados de busca e apreensão da Polícia Civil nesta quarta-feira (8) durante uma investigação que apura a atuação de grupos ligados ao tráfico de drogas em Santa Rita, já havia protagonizado outra polêmica no início deste ano dentro da Câmara Municipal. Na época, o parlamentar apresentou um projeto de resolução que permitia que vereadores presos participassem das sessões do Legislativo, mesmo estando sob custódia da Justiça. A proposta chegou a ser aprovada pelos próprios vereadores, provocando forte reação negativa da opinião pública e questionamentos sobre a moralidade da medida. Diante da repercussão, os parlamentares acabaram recuando e revogando a resolução pouco tempo depois, anulando a mudança no regimento da Casa. Nos bastidores da política local, a iniciativa foi interpretada como uma medida que poderia beneficiar diretamente o então vereador Wagner de Bebé, que estava preso à época e, com a alteração, poderia participar das sessões e votações da Câmara mesmo encarcerado. Agora, meses após a polêmica legislativa, o autor da proposta volta ao centro das atenções após se tornar alvo de uma operação da Polícia Civil, que investiga possíveis conexões entre grupos criminosos e agentes públicos na cidade. A operação desta quarta-feira reacende o debate sobre a crise institucional e os sucessivos episódios controversos envolvendo a Câmara Municipal de Santa Rita, que nos últimos anos tem sido palco de investigações policiais e escândalos políticos. João Alves nega completamente qualquer envolvimento ou relação com o tráfico. Em entrevista à Rádio CBN, ele afirmou que atua como advogado, mas &#8220;não tenho nada a ver com os fatos&#8221;. &#8220;Ao final do inquérito vai ficar comprovado que não tenho nenhuma ligação. Opositores políticos se usaram desse artifício para formalizar denúncias criminosas tentando macular nossa imagem&#8221;, disse à Rádio CBN. A polícia cumpriu mandados de busca na residência, no escritório e no Gabinete de João Alves na Câmara de Vereadores. O vereador chegou a ir para a delegacia, mas não foi detido. Um aparelho celular dele foi apreendido. O delegado Aneilton Castro, da Polícia Civil, confirmou as BUSCAS</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p>O vereador João Alves, que se tornou <strong>alvo de mandados de busca e apreensão da Polícia Civil nesta quarta-feira (8)</strong> durante uma investigação que apura a atuação de grupos ligados ao tráfico de drogas em Santa Rita, já havia protagonizado outra polêmica no início deste ano dentro da Câmara Municipal.</p>



<p>Na época, o parlamentar apresentou um <strong>projeto de resolução que permitia que vereadores presos participassem das sessões do Legislativo</strong>, mesmo estando sob custódia da Justiça.</p>



<p>A proposta chegou a ser <strong>aprovada pelos próprios vereadores</strong>, provocando forte reação negativa da opinião pública e questionamentos sobre a moralidade da medida. Diante da repercussão, os parlamentares acabaram <strong>recuando e revogando a resolução pouco tempo depois</strong>, anulando a mudança no regimento da Casa.</p>



<p>Nos bastidores da política local, a iniciativa foi interpretada como uma medida que poderia beneficiar diretamente o então vereador <strong>Wagner de Bebé</strong>, que estava preso à época e, com a alteração, poderia participar das sessões e votações da Câmara mesmo encarcerado.</p>



<p>Agora, meses após a polêmica legislativa, o autor da proposta volta ao centro das atenções após se tornar <strong>alvo de uma operação da Polícia Civil</strong>, que investiga possíveis conexões entre grupos criminosos e agentes públicos na cidade.</p>



<p>A operação desta quarta-feira reacende o debate sobre <strong>a crise institucional e os sucessivos episódios controversos envolvendo a Câmara Municipal de Santa Rita</strong>, que nos últimos anos tem sido palco de investigações policiais e escândalos políticos.</p>



<p>João Alves nega completamente qualquer envolvimento ou relação com o tráfico. Em entrevista à Rádio CBN, ele afirmou que atua como advogado, mas &#8220;não tenho nada a ver com os fatos&#8221;.</p>



<p><strong>&#8220;Ao final do inquérito vai ficar comprovado que não tenho nenhuma ligação. Opositores políticos se usaram desse artifício para formalizar denúncias criminosas tentando macular nossa imagem&#8221;, disse à Rádio CBN.</strong></p>



<p>A polícia cumpriu mandados de busca na residência, no escritório e no Gabinete de João Alves na Câmara de Vereadores. O vereador chegou a ir para a delegacia, mas não foi detido.</p>



<p><strong>Um aparelho celular dele foi apreendido.</strong></p>



<p>O delegado Aneilton Castro, da Polícia Civil, confirmou as BUSCAS</p>



<figure class="wp-block-gallery has-nested-images columns-default is-cropped wp-block-gallery-2 is-layout-flex wp-block-gallery-is-layout-flex">
<figure class="wp-block-image size-large"><img decoding="async" width="245" height="257" data-id="1012" src="https://www.fatonewspb.com.br/wp-content/uploads/2026/04/Captura-de-tela-2026-04-08-140919.png" alt="" class="wp-image-1012"/></figure>
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		<item>
		<title>Trump concorda com cessar-fogo de 15 dias com Irã e diz que Estreito de Ormuz será reaberto</title>
		<link>https://www.fatonewspb.com.br/trump-concorda-com-cessar-fogo-de-15-dias-com-ira-e-diz-que-estreito-de-ormuz-sera-reaberto/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação FatoNewsPB]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 07 Apr 2026 23:26:08 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[Últimas Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, e o governo do Irã concordaram com um cessar-fogo de duas semanas. O anúncio foi feito por Trump em sua conta na rede social Truth Social após negociações diplomáticas intensas intermediadas pelo governo do Paquistão. Israel também concordou com a interrupção dos ataques, segundo a Casa Branca. Em troca, o Estreito de Ormuz será reaberto durante o mesmo período da trégua, segundo Trump. “Com base nas conversas com o Primeiro-Ministro Shehbaz Sharif e o Marechal de Campo Asim Munir, do Paquistão, nas quais me solicitaram que suspendesse o envio de forças destrutivas ao Irã esta noite, e desde que a República Islâmica do Irã concordasse com a ABERTURA COMPLETA, IMEDIATA e SEGURA do Estreito de Ormuz, concordo em suspender os bombardeios e ataques ao Irã por um período de duas semanas”, escreveu o presidente american O Irã aceitou a proposta após intensos esforços diplomáticos paquistaneses e uma intervenção de última hora da China, um aliado fundamental, que pediu ao Irã que demonstrasse flexibilidade e reduzisse as tensões, e em meio a crescentes preocupações com a devastação econômica causada pelos danos à infraestrutura crítica, segundo três autoridades iranianas. Elas afirmaram que o cessar-fogo foi aprovado pelo novo líder supremo, o aiatolá Mojtaba Khamenei.</p>
<p>O post <a href="https://www.fatonewspb.com.br/trump-concorda-com-cessar-fogo-de-15-dias-com-ira-e-diz-que-estreito-de-ormuz-sera-reaberto/">Trump concorda com cessar-fogo de 15 dias com Irã e diz que Estreito de Ormuz será reaberto</a> apareceu primeiro em <a href="https://www.fatonewspb.com.br"></a>.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p>O presidente dos <strong>Estados Unidos</strong>, <strong>Donald Trump</strong>, e o governo do Irã concordaram com um cessar-fogo de duas semanas. O anúncio foi feito por Trump em sua conta na rede social Truth Social após negociações diplomáticas intensas intermediadas pelo governo do Paquistão.</p>



<p><a href="https://www.estadao.com.br/tudo-sobre/israel-asia/" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><strong>Israel </strong></a>também concordou com a interrupção dos ataques, segundo a Casa Branca. Em troca, o Estreito de Ormuz será reaberto durante o mesmo período da trégua, segundo Trump.</p>



<p>“Com base nas conversas com o Primeiro-Ministro Shehbaz Sharif e o Marechal de Campo Asim Munir, do Paquistão, nas quais me solicitaram que suspendesse o envio de forças destrutivas ao Irã esta noite, e desde que a República Islâmica do Irã concordasse com a ABERTURA COMPLETA, IMEDIATA e SEGURA do Estreito de Ormuz, concordo em suspender os bombardeios e ataques ao Irã por um período de duas semanas”, escreveu o presidente american</p>



<p>O Irã aceitou a proposta após intensos esforços diplomáticos paquistaneses e uma intervenção de última hora da China, um aliado fundamental, que pediu ao Irã que demonstrasse flexibilidade e reduzisse as tensões, e em meio a crescentes preocupações com a devastação econômica causada pelos danos à infraestrutura crítica, segundo três autoridades iranianas.</p>



<p>Elas afirmaram que o cessar-fogo foi aprovado pelo novo líder supremo, o aiatolá Mojtaba Khamenei.</p>



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<figure class="wp-block-image size-large"><img decoding="async" width="507" height="390" data-id="1009" src="https://www.fatonewspb.com.br/wp-content/uploads/2026/04/Captura-de-tela-2026-04-07-202526.png" alt="" class="wp-image-1009" srcset="https://www.fatonewspb.com.br/wp-content/uploads/2026/04/Captura-de-tela-2026-04-07-202526.png 507w, https://www.fatonewspb.com.br/wp-content/uploads/2026/04/Captura-de-tela-2026-04-07-202526-300x231.png 300w" sizes="(max-width: 507px) 100vw, 507px" /></figure>
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			</item>
		<item>
		<title>STJ decide anular processo e condenação contra dep federal  Ruy Carneiro</title>
		<link>https://www.fatonewspb.com.br/stj-decide-anular-processo-e-condenacao-contra-dep-federal-ruy-carneiro/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação FatoNewsPB]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 07 Apr 2026 21:16:19 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[Últimas Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A Sexta Turma do Superior Tribunal de Justiça (STJ) decidiu, por unanimidade, anular o processo criminal e a condenação do deputado federal Ruy Carneiro (Podemos) no chamado Caso Desk. O julgamento ocorreu nesta terça-feira (7) e teve como base o entendimento de que houve erro de competência desde a fase inicial da investigação. Ao abrir a sessão, o presidente do colegiado, ministro Carlos Pires Brandão, informou à defesa que a Corte já havia formado maioria pela concessão do habeas corpus, resultando na anulação de todos os atos do processo. A decisão segue o parecer da subprocuradora-geral da República, Raquel Dodge, que havia defendido a nulidade da ação penal. Para o Ministério Público Federal, Ruy Carneiro, à época dos fatos, ocupava o cargo de secretário de Estado, condição que lhe garantia foro por prerrogativa de função no Tribunal de Justiça da Paraíba (TJPB).</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p>A Sexta Turma do Superior Tribunal de Justiça (STJ) decidiu, por unanimidade, anular o processo criminal e a condenação do deputado federal Ruy Carneiro (Podemos) no chamado Caso Desk. O julgamento ocorreu nesta terça-feira (7) e teve como base o entendimento de que houve erro de competência desde a fase inicial da investigação.</p>



<p>Ao abrir a sessão, o presidente do colegiado, ministro Carlos Pires Brandão, informou à defesa que a Corte já havia formado maioria pela concessão do habeas corpus, resultando na anulação de todos os atos do processo.</p>



<p>A decisão segue o parecer da subprocuradora-geral da República, Raquel Dodge, que havia defendido a nulidade da ação penal. Para o Ministério Público Federal, Ruy Carneiro, à época dos fatos, ocupava o cargo de secretário de Estado, condição que lhe garantia foro por prerrogativa de função no Tribunal de Justiça da Paraíba (TJPB).</p>



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<figure class="wp-block-image size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="327" height="342" data-id="1005" src="https://www.fatonewspb.com.br/wp-content/uploads/2026/04/Captura-de-tela-2026-04-07-181548.png" alt="" class="wp-image-1005" srcset="https://www.fatonewspb.com.br/wp-content/uploads/2026/04/Captura-de-tela-2026-04-07-181548.png 327w, https://www.fatonewspb.com.br/wp-content/uploads/2026/04/Captura-de-tela-2026-04-07-181548-287x300.png 287w" sizes="(max-width: 327px) 100vw, 327px" /></figure>
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			</item>
		<item>
		<title>EUA e Israel lançam ataques coordenados antes de fim de ultimato; Irã ameaça atacar países do Golfo</title>
		<link>https://www.fatonewspb.com.br/eua-e-israel-lancam-ataques-coordenados-antes-de-fim-de-ultimato-ira-ameaca-atacar-paises-do-golfo/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação FatoNewsPB]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 07 Apr 2026 21:03:43 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[Últimas Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Na expectativa pelo fim do ultimato dado por Donald Trump ao Irã, Estados Unidos e Israel lançaram ataques coordenados à infraestrutura militar e civil do país persa nesta terça-feira, 7. O presidente americano deu até às 21h (horário de Brasília) desta terça para que Teerã aceite um acordo que reabriria o Estreito de Ormuz, caso contrário, “uma civilização inteira morrerá”. A escalada ocorreu depois que o Irã se retirou das negociações com os EUA nesta terça, segundo três altos funcionários iranianos que falaram ao NYT sob condição de anonimato para descrever uma questão diplomática delicada. Os ataques seriam um esforço para forçar o Irã a abrir Ormuz antes do fim do prazo final. O Paquistão, que está mediando as conversações entre Irã e EUA, pediu que Trump estenda o prazo para daqui duas semanas, dizendo que os esforços diplomáticos para uma resolução pacífica estão avançando. A Casa Branca disse que o presidente “está ciente da proposta e haverá uma resposta”. Horas antes do fim do prazo, Washington lançou mais de 90 ataques à Ilha de Kharg, onde fica o maior centro de exportação de petróleo do Irã. O ataque marcou a segunda vez que a ilha foi alvo de bombardeios. Israel lançou ataque Os bombardeios israelenses foram generalizados em todo o Irã. A maioria teve como alvo a infraestrutura de transporte, mas pelo menos um deles atingiu uma instalação petroquímica na cidade de Shiraz. O primeiro-ministro de Israel, Binyamin Netanyahu, apontou que Tel-Aviv bombardeou ferrovias e pontes em diversas regiões do país persa. De acordo com o Exército israelense, oito pontes foram atingidas nas cidades de Teerã, Karaj, Tabriz, Kashan e Qom. O governo israelense alertou os iranianos para que não utilizem os trens até as 21h, horário local (15h no horário de Brasília) por conta dos ataques. A mídia estatal iraniana noticiou que pelo menos três pessoas morreram quando uma ponte ferroviária foi atingida na cidade de Kashan, na região central do país. Nos últimos dias, Israel atacou várias outras instalações petroquímicas, que, segundo o país, são utilizadas pelo Irã para a fabricação de explosivos e materiais para mísseis balísticos. Dois ataques em Teerã não foram reivindicados pelas forças americanas ou israelenses. Um deles atingiu o Grande Bazar da cidade, matando pelo menos uma pessoa e destruindo várias lojas, segundo Jalal Maleki, porta-voz do corpo de bombeiros da cidade, em declarações divulgadas pela mídia estatal iraniana. Outro destruiu uma sinagoga, informou a mídia estatal iraniana nesta terça-feira. A sinagoga Rafi-Nia abrigava rolos da Torá que agora estão soterrados sob os escombros, disse Homayoun Sameyah Najafabadi, representante da comunidade judaica no Parlamento iraniano, à emissora estatal Press TV. A principal notícia do dia foi a declaração de Trump nas redes sociais, de que “uma civilização inteira morrerá esta noite, para nunca mais ser trazida de volta”. “Agora que temos uma mudança de regime completa e total, onde mentes diferentes, mais inteligentes e menos radicalizadas prevalecem, talvez algo revolucionariamente maravilhoso possa acontecer, QUEM SABE?” O republicano disse que o Irã precisa fechar um acordo para reabrir o Estreito de Ormuz até as 20h no horário de Washington (21h de Brasília). Os iranianos, porém, abandonaram as negociações que estavam sendo mediadas pelo Paquistão. Na ONU, o embaixador iraniano Amir-Saeid Iravani chamou a ameaça de “crime de guerra e genocídio”.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p>Na expectativa pelo fim do ultimato dado por<strong> Donald Trump</strong> ao Irã, <strong>Estados Unidos</strong> e <strong>Israel</strong> lançaram ataques coordenados à <strong>infraestrutura militar e civil do país persa nesta terça-feira, 7</strong>. O presidente americano deu até às 21h (horário de Brasília) desta terça para que Teerã aceite um acordo que reabriria o Estreito de Ormuz, caso contrário, “uma civilização inteira morrerá”.</p>



<p><strong>A escalada ocorreu depois que o Irã se retirou das negociações com os EUA nesta terça</strong>, segundo três altos funcionários iranianos que falaram ao <em>NYT </em>sob condição de anonimato para descrever uma questão diplomática delicada. Os ataques seriam um esforço para forçar o Irã a abrir Ormuz antes do fim do prazo final.</p>



<p>O<strong> Paquistão, que está mediando as conversações entre Irã e EUA, pediu que Trump estenda o prazo para daqui duas semanas</strong>, dizendo que os esforços diplomáticos para uma resolução pacífica estão avançando. A Casa Branca disse que o presidente “está ciente da proposta e haverá uma resposta”.</p>



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<p>Horas antes do fim do prazo, <strong>Washington lançou mais de 90 ataques à Ilha de Kharg</strong>, onde fica o maior centro de exportação de petróleo do Irã. O ataque marcou a segunda vez que a ilha foi alvo de bombardeios. Israel lançou ataque</p>



<p>Os bombardeios israelenses foram generalizados em todo o Irã. A maioria teve como alvo a infraestrutura de transporte, mas pelo menos um deles atingiu uma instalação petroquímica na cidade de Shiraz. O primeiro-ministro de <strong>Israel</strong>, <strong>Binyamin Netanyahu</strong>, apontou que Tel-Aviv bombardeou ferrovias e pontes em diversas regiões do país persa.</p>



<p>De acordo com o Exército israelense, oito pontes foram atingidas nas cidades de Teerã, Karaj, Tabriz, Kashan e Qom. O governo israelense alertou os iranianos para que não utilizem os trens até as 21h, horário local (15h no horário de Brasília) por conta dos ataques.</p>



<p>A mídia estatal iraniana noticiou que pelo menos três pessoas morreram quando uma ponte ferroviária foi atingida na cidade de Kashan, na região central do país.</p>



<p>Nos últimos dias, Israel atacou várias outras instalações petroquímicas, que, segundo o país, são utilizadas pelo Irã para a fabricação de explosivos e materiais para mísseis balísticos.</p>



<p>Dois ataques em Teerã não foram reivindicados pelas forças americanas ou israelenses. Um deles atingiu o Grande Bazar da cidade, matando pelo menos uma pessoa e destruindo várias lojas, segundo Jalal Maleki, porta-voz do corpo de bombeiros da cidade, em declarações divulgadas pela mídia estatal iraniana.</p>



<p>Outro destruiu uma sinagoga, informou a mídia estatal iraniana nesta terça-feira. A sinagoga Rafi-Nia abrigava rolos da Torá que agora estão soterrados sob os escombros, disse Homayoun Sameyah Najafabadi, representante da comunidade judaica no Parlamento iraniano, à emissora estatal Press TV.</p>



<p><strong>A principal notícia do dia foi a declaração de Trump nas redes sociais</strong>, de que “uma civilização inteira morrerá esta noite, para nunca mais ser trazida de volta”. “Agora que temos uma mudança de regime completa e total, onde mentes diferentes, mais inteligentes e menos radicalizadas prevalecem, talvez algo revolucionariamente maravilhoso possa acontecer, QUEM SABE?”</p>



<p>O republicano disse que o Irã precisa fechar <strong>um acordo para reabrir o Estreito de Ormuz até as 20h no horário de Washington (21h de Brasília)</strong>. Os iranianos, porém, abandonaram as negociações que estavam sendo mediadas pelo Paquistão. Na ONU, o embaixador iraniano Amir-Saeid Iravani chamou a ameaça de “crime de guerra e genocídio”.</p>



<p></p>



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		<title>Defesa de Bolsonaro apresenta queixa-crime no STF contra Janones por calúnia e difamação</title>
		<link>https://www.fatonewspb.com.br/defesa-de-bolsonaro-apresenta-queixa-crime-no-stf-contra-janones-por-calunia-e-difamacao/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação FatoNewsPB]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 06 Apr 2026 23:15:13 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Política]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A defesa do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) protocolou no Supremo Tribunal Federal (STF), nesta segunda-feira, 6, uma queixa-crime contra o deputado André Janones (Rede-MG) por calúnia e difamação. É a segunda ação do tipo movida por Bolsonaro contra o parlamentar no STF. A ação tem origem em vídeos publicados por Janones entre 25 e 28 de março nas redes sociais, dias após Bolsonaro ser autorizado a cumprir prisão domiciliar por decisão do ministro Alexandre de Moraes. Nos vídeos, o parlamentar chama o ex-presidente de &#8220;vagabundo&#8221;, &#8220;ladrão&#8221; e &#8220;safado&#8221;, afirma que ele mentiria sobre seu estado de saúde para obter benefícios judiciais e atribui a ele ordens para matar o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e o vice-presidente Geraldo Alckmin (PSB), além de suposta articulação política com o governo dos Estados Unidos. Na petição, os advogados sustentam que as declarações extrapolam os limites da liberdade de expressão e configuram crimes contra a honra. A defesa argumenta ainda que o ex-presidente não teve condições de responder publicamente às acusações, pois está proibido de usar redes sociais como medida cautelar da prisão domiciliar. &#8220;Enquanto o querelado dissemina livremente falsidades e ofensas para uma audiência de milhões de seguidores em múltiplas plataformas digitais, o querelante está juridicamente impossibilitado de exercer qualquer direito de resposta ou defesa pública de sua honra&#8221;, afirmam os advogados na peça. O deputado foi procurado por telefone pelo Estadão e ainda não se pronunciou. O espaço segue aberto.</p>
<p>O post <a href="https://www.fatonewspb.com.br/defesa-de-bolsonaro-apresenta-queixa-crime-no-stf-contra-janones-por-calunia-e-difamacao/">Defesa de Bolsonaro apresenta queixa-crime no STF contra Janones por calúnia e difamação</a> apareceu primeiro em <a href="https://www.fatonewspb.com.br"></a>.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p>A defesa do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) protocolou no Supremo Tribunal Federal (STF), nesta segunda-feira, 6, uma queixa-crime contra o deputado André Janones (Rede-MG) por calúnia e difamação. É a segunda ação do tipo movida por Bolsonaro contra o parlamentar no STF.</p>



<p>A ação tem origem em vídeos publicados por Janones entre 25 e 28 de março nas redes sociais, dias após Bolsonaro ser autorizado a cumprir prisão domiciliar por decisão do ministro Alexandre de Moraes.</p>



<p>Nos vídeos, o parlamentar chama o ex-presidente de &#8220;vagabundo&#8221;, &#8220;ladrão&#8221; e &#8220;safado&#8221;, afirma que ele mentiria sobre seu estado de saúde para obter benefícios judiciais e atribui a ele ordens para matar o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e o vice-presidente Geraldo Alckmin (PSB), além de suposta articulação política com o governo dos Estados Unidos.</p>



<p>Na petição, os advogados sustentam que as declarações extrapolam os limites da liberdade de expressão e configuram crimes contra a honra. A defesa argumenta ainda que o ex-presidente não teve condições de responder publicamente às acusações, pois está proibido de usar redes sociais como medida cautelar da prisão domiciliar.</p>



<p>&#8220;Enquanto o querelado dissemina livremente falsidades e ofensas para uma audiência de milhões de seguidores em múltiplas plataformas digitais, o querelante está juridicamente impossibilitado de exercer qualquer direito de resposta ou defesa pública de sua honra&#8221;, afirmam os advogados na peça.</p>



<p>O deputado foi procurado por telefone pelo Estadão e ainda não se pronunciou. O espaço segue aberto.</p>



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<figure class="wp-block-image size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="471" height="438" data-id="999" src="https://www.fatonewspb.com.br/wp-content/uploads/2026/04/Captura-de-tela-2026-04-06-201439.png" alt="" class="wp-image-999" srcset="https://www.fatonewspb.com.br/wp-content/uploads/2026/04/Captura-de-tela-2026-04-06-201439.png 471w, https://www.fatonewspb.com.br/wp-content/uploads/2026/04/Captura-de-tela-2026-04-06-201439-300x279.png 300w" sizes="(max-width: 471px) 100vw, 471px" /></figure>
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		<item>
		<title>“Da loja de tinta quebrada ao poder: Ronaldo Guerra é exonerado por Lucas Ribeiro e deixa bastidores do governo após anos de influência”</title>
		<link>https://www.fatonewspb.com.br/da-loja-de-tinta-quebrada-ao-poder-ronaldo-guerra-e-exonerado-por-lucas-ribeiro-e-deixa-bastidores-do-governo-apos-anos-de-influencia/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação FatoNewsPB]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 05 Apr 2026 20:30:30 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[Últimas Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A exoneração de Ronaldo Guerra do núcleo duro do governo estadual encerra um ciclo longo — e bastante controverso — dentro da política paraibana. A caneta que selou a saída foi a do atual governador em exercício, Lucas Ribeiro, que decidiu afastar um dos personagens mais temidos e comentados dos bastidores do poder. Para quem observa a política da paraiba há mais tempo, a trajetória de Guerra sempre chamou atenção. Antes de circular pelos corredores do Palácio e influenciar decisões de governo, ele começou de forma bem mais modesta: tentou empreender com uma loja de tintas na capital paraibana — experiência empresarial que, segundo relatos conhecidos nos bastidores, não terminou bem e acabou quebrando. Mas se o comércio não prosperou, a política acabou abrindo outras portas. Ronaldo Guerra passou a ganhar espaço em emissoras de rádio, criticando gestores, denunciando problemas administrativos e se apresentando como uma espécie de fiscal da política local. Aos poucos, foi deixando de ser apenas um crítico do sistema para se tornar parte dele. A escalada foi rápida. Guerra acabou se aproximando do poder municipal e chegou a ocupar cargo de destaque na gestão do então prefeito de João Pessoa, Luciano Cartaxo, onde assumiu a Secretaria de Infraestrutura. Foi ali que começou a consolidar uma reputação de operador político habilidoso — e, para muitos, implacável. Com o tempo, ele se aproximou ainda mais do centro das decisões estaduais e caiu na graça do então governador João Azevêdo. Dentro do governo, virou uma espécie de “homem de confiança”, presença constante nas articulações mais delicadas e nas decisões que raramente apareciam nos holofotes. Nos bastidores, porém, a fama era outra. Críticos costumavam descrevê-lo como o tipo de assessor que nunca contrariava o chefe — aquele que, segundo ironias correntes nos corredores do poder, sentiria até o cheiro de um pum e juraria que era perfume francês, só para agradar quem manda. Com esse perfil, Guerra atravessou anos no epicentro da política estadual, acumulando influência e também desafetos. Há quem diga que, quando surgia uma missão espinhosa ou politicamente indigesta, ele era sempre escalado para o pelotão de frente. Agora, fora do governo por decisão de Lucas Ribeiro, a reação foi imediata: enquanto aliados lamentam a saída de um operador experiente, adversários comemoram discretamente o fim de uma era. Nos bastidores, alguns analistas já apontam que o episódio pode acabar respingando no projeto político de João Azevêdo, especialmente diante das movimentações que o colocam como favorito candidato ao Senado No fim das contas, a história de Ronaldo Guerra parece seguir uma lógica antiga da política: personagens que passam anos acumulando poder também acumulam desgaste. Ao que tudo indica, Ronaldo Guerra não precisará se preocupar em trabalhar tão cedo. Se quiser, pode muito bem armar uma rede, deitar e passar uns bons quatro anos vivendo do que conseguiu acumular nessa longa temporada no poder. Dinheiro, ao que dizem as más línguas da política, dificilmente será problema para Guerra. Assim termina mais um capítulo da política paraibana — uma história construída com habilidade, bajulação, articulações duras e um estilo que muitos classificam como áspero, outros como eficiente, e alguns como simplesmente indigesto. E quando a porta finalmente se fecha, muitos percebem algo que sempre esteve ali — na política, ninguém é eterno.</p>
<p>O post <a href="https://www.fatonewspb.com.br/da-loja-de-tinta-quebrada-ao-poder-ronaldo-guerra-e-exonerado-por-lucas-ribeiro-e-deixa-bastidores-do-governo-apos-anos-de-influencia/">“Da loja de tinta quebrada ao poder: Ronaldo Guerra é exonerado por Lucas Ribeiro e deixa bastidores do governo após anos de influência”</a> apareceu primeiro em <a href="https://www.fatonewspb.com.br"></a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>A exoneração de Ronaldo Guerra do núcleo duro do governo estadual encerra um ciclo longo — e bastante controverso — dentro da política paraibana. A caneta que selou a saída foi a do atual governador em exercício, Lucas Ribeiro,  que decidiu afastar um dos personagens mais temidos e comentados dos bastidores do poder.</p>



<p>Para quem observa a política da paraiba  há mais tempo, a trajetória de Guerra sempre chamou atenção. Antes de circular pelos corredores do Palácio e influenciar decisões de governo, ele começou de forma bem mais modesta: tentou empreender com uma loja de tintas na capital paraibana — experiência empresarial que, segundo relatos conhecidos nos bastidores, não terminou bem e acabou quebrando.</p>



<p>Mas se o comércio não prosperou, a política acabou abrindo outras portas.</p>



<p>Ronaldo Guerra passou a ganhar espaço em emissoras de rádio, criticando gestores, denunciando problemas administrativos e se apresentando como uma espécie de fiscal da política local. Aos poucos, foi deixando de ser apenas um crítico do sistema para se tornar parte dele.</p>



<p>A escalada foi rápida. Guerra acabou se aproximando do poder municipal e chegou a ocupar cargo de destaque na gestão do então prefeito de João Pessoa, Luciano Cartaxo, onde assumiu a Secretaria de Infraestrutura. Foi ali que começou a consolidar uma reputação de operador político habilidoso — e, para muitos, implacável.</p>



<p>Com o tempo, ele se aproximou ainda mais do centro das decisões estaduais e caiu na graça do então governador João Azevêdo. Dentro do governo, virou uma espécie de “homem de confiança”, presença constante nas articulações mais delicadas e nas decisões que raramente apareciam nos holofotes.</p>



<p>Nos bastidores, porém, a fama era outra.</p>



<p>Críticos costumavam descrevê-lo como o tipo de assessor que nunca contrariava o chefe — aquele que, segundo ironias correntes nos corredores do poder, sentiria até o cheiro de um pum e juraria que era perfume francês, só para agradar quem manda.</p>



<p>Com esse perfil, Guerra atravessou anos no epicentro da política estadual, acumulando influência e também desafetos. Há quem diga que, quando surgia uma missão espinhosa ou politicamente indigesta, ele era sempre escalado para o pelotão de frente.</p>



<p>Agora, fora do governo por decisão de Lucas Ribeiro, a reação foi imediata: enquanto aliados lamentam a saída de um operador experiente, adversários comemoram discretamente o fim de uma era.</p>



<p>Nos bastidores, alguns analistas já apontam que o episódio pode acabar respingando no projeto político de João Azevêdo, especialmente diante das movimentações que o colocam como favorito candidato ao Senado </p>



<p>No fim das contas, a história de Ronaldo Guerra parece seguir uma lógica antiga da política: personagens que passam anos acumulando poder também acumulam desgaste.</p>



<p>Ao que tudo indica, Ronaldo Guerra não precisará se preocupar em trabalhar tão cedo. Se quiser, pode muito bem armar uma rede, deitar e passar uns bons quatro anos vivendo do que conseguiu acumular nessa longa temporada no poder.</p>



<p>Dinheiro, ao que dizem as más línguas da política, dificilmente será problema para Guerra.</p>



<p>Assim termina mais um capítulo da política paraibana — uma história construída com habilidade, bajulação, articulações duras e um estilo que muitos classificam como áspero, outros como eficiente, e alguns como simplesmente indigesto.</p>



<p>E quando a porta finalmente se fecha, muitos percebem algo que sempre esteve ali — <strong>na política, ninguém é eterno.</strong></p>



<figure class="wp-block-gallery has-nested-images columns-default is-cropped wp-block-gallery-7 is-layout-flex wp-block-gallery-is-layout-flex">
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		<item>
		<title>Escândalo na PM: MP denuncia oficiais por desaparecimento de quase 500 veículos apreendidos na Paraíba</title>
		<link>https://www.fatonewspb.com.br/escandalo-na-pm-mp-denuncia-oficiais-por-desaparecimento-de-quase-500-veiculos-apreendidos-na-paraiba/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação FatoNewsPB]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 01 Apr 2026 12:45:46 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Policial]]></category>
		<category><![CDATA[Populares]]></category>
		<category><![CDATA[Últimas Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O Ministério Público da Paraíba (MPPB) apresentou denúncia à Justiça Militar contra dois oficiais da Polícia Militar da Paraíba (PMPB) por suposto envolvimento no desaparecimento de centenas de veículos que estavam sob custódia da corporação. O caso envolve o pátio do 7º Batalhão da Polícia Militar da Paraíba, localizado no município de Santa Rita, na Região Metropolitana de João Pessoa. A denúncia é assinada pelo promotor Fernando A. F. de Andrade, que aponta indícios de um possível escoamento sistemático de veículos apreendidos, muitos dos quais teriam desaparecido do pátio da unidade policial ao longo de vários anos. O tamanho do problema Os números apresentados na investigação chamam atenção e revelam um cenário considerado grave: Segundo o Ministério Público, os veículos estavam oficialmente apreendidos e sob guarda da Polícia Militar, mas teriam sido retirados do local sem registros formais. A suspeita levantada na investigação é de que parte dos veículos tenha sido enviada para sucatas ou colocada novamente em circulação de forma irregular em outros estados. Período investigado De acordo com a denúncia, os fatos teriam ocorrido entre 2017 e 2022, com maior intensidade entre 2019 e 2020. Nesse período, segundo o MPPB, os oficiais denunciados ocupavam funções de comando ou de responsabilidade logística no batalhão, setores que teriam relação direta com o controle e a guarda dos veículos apreendidos. Possíveis crimes apontados A investigação aponta indícios de irregularidades graves envolvendo bens que estavam sob custódia do Estado. Entre as possíveis infrações citadas no processo estão: O caso agora passa a ser analisado pela Justiça Militar, que deverá decidir se aceita a denúncia e transforma o procedimento em ação penal militar.</p>
<p>O post <a href="https://www.fatonewspb.com.br/escandalo-na-pm-mp-denuncia-oficiais-por-desaparecimento-de-quase-500-veiculos-apreendidos-na-paraiba/">Escândalo na PM: MP denuncia oficiais por desaparecimento de quase 500 veículos apreendidos na Paraíba</a> apareceu primeiro em <a href="https://www.fatonewspb.com.br"></a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>O Ministério Público da Paraíba (MPPB) apresentou denúncia à <strong>Justiça Militar</strong> contra dois oficiais da Polícia Militar da Paraíba (PMPB) por suposto envolvimento no desaparecimento de centenas de veículos que estavam sob custódia da corporação. O caso envolve o pátio do 7º Batalhão da Polícia Militar da Paraíba, localizado no município de Santa Rita, na Região Metropolitana de João Pessoa.</p>



<p>A denúncia é assinada pelo promotor <strong>Fernando A. F. de Andrade</strong>, que aponta indícios de um possível <strong>escoamento sistemático de veículos apreendidos</strong>, muitos dos quais teriam desaparecido do pátio da unidade policial ao longo de vários anos.</p>



<hr class="wp-block-separator has-alpha-channel-opacity"/>



<h2 class="wp-block-heading"> O tamanho do problema</h2>



<h2 class="wp-block-heading"></h2>



<figure class="wp-block-gallery has-nested-images columns-default is-cropped wp-block-gallery-8 is-layout-flex wp-block-gallery-is-layout-flex">
<figure class="wp-block-image size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="603" height="173" data-id="992" src="https://www.fatonewspb.com.br/wp-content/uploads/2026/04/Captura-de-tela-2026-04-01-094415.png" alt="" class="wp-image-992" srcset="https://www.fatonewspb.com.br/wp-content/uploads/2026/04/Captura-de-tela-2026-04-01-094415.png 603w, https://www.fatonewspb.com.br/wp-content/uploads/2026/04/Captura-de-tela-2026-04-01-094415-300x86.png 300w" sizes="(max-width: 603px) 100vw, 603px" /></figure>
</figure>



<p>Os números apresentados na investigação chamam atenção e revelam um cenário considerado grave:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li> <strong>479 veículos catalogados no pátio em 2019</strong></li>



<li> <strong>Apenas 8 veículos encontrados em 2022</strong></li>



<li> <strong>Mais de 400 veículos desapareceram</strong></li>
</ul>



<p>Segundo o Ministério Público, os veículos estavam <strong>oficialmente apreendidos e sob guarda da Polícia Militar</strong>, mas teriam sido retirados do local sem registros formais.</p>



<p>A suspeita levantada na investigação é de que parte dos veículos <strong>tenha sido enviada para sucatas ou colocada novamente em circulação de forma irregular em outros estados</strong>.</p>



<hr class="wp-block-separator has-alpha-channel-opacity"/>



<h2 class="wp-block-heading"> Período investigado</h2>



<p>De acordo com a denúncia, os fatos teriam ocorrido entre <strong>2017 e 2022</strong>, com maior intensidade <strong>entre 2019 e 2020</strong>.</p>



<p>Nesse período, segundo o MPPB, <strong>os oficiais denunciados ocupavam funções de comando ou de responsabilidade logística no batalhão</strong>, setores que teriam relação direta com o controle e a guarda dos veículos apreendidos.</p>



<hr class="wp-block-separator has-alpha-channel-opacity"/>



<h2 class="wp-block-heading"> Possíveis crimes apontados</h2>



<p>A investigação aponta indícios de irregularidades graves envolvendo bens que estavam sob custódia do Estado. Entre as possíveis infrações citadas no processo estão:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>extravio de bem público sob custódia estatal</li>



<li>peculato ou apropriação indevida</li>



<li>falhas graves de controle patrimonial</li>
</ul>



<p>O caso agora passa a ser analisado pela <strong>Justiça Militar</strong>, que deverá decidir se aceita a denúncia e transforma o procedimento em <strong>ação penal militar</strong>.</p>
<p>O post <a href="https://www.fatonewspb.com.br/escandalo-na-pm-mp-denuncia-oficiais-por-desaparecimento-de-quase-500-veiculos-apreendidos-na-paraiba/">Escândalo na PM: MP denuncia oficiais por desaparecimento de quase 500 veículos apreendidos na Paraíba</a> apareceu primeiro em <a href="https://www.fatonewspb.com.br"></a>.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>BRB NA MIRA:  BC vai analisar opções do BRB, mas não descarta mesmo destino do Master; leia bastidores</title>
		<link>https://www.fatonewspb.com.br/brb-na-mira-bc-vai-analisar-opcoes-do-brb-mas-nao-descarta-mesmo-destino-do-master-leia-bastidores/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação FatoNewsPB]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 31 Mar 2026 21:38:30 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Política]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://www.fatonewspb.com.br/?p=988</guid>

					<description><![CDATA[<p> O Banco Central não pretende tomar decisões extremas com o Banco de Brasília (BRB) antes de esgotar todas as alternativas para tentar reequilibrar a instituição. Seguirá, portanto, a cartilha da supervisão financeira, o mesmo rito que já seguiu com o Master, o que também significa que o risco de liquidação ou de intervenção existe de fato. Isso quer dizer que a necessidade de aporte pelo governo do Distrito Federal (GDF) no BRB é urgente, já que as crises de confiança bancária não costumam esperar o tempo da política e da Justiça. O BRB, como se sabe, está com um buraco em seu balanço por ter comprado bilhões em carteiras de crédito podre do Master. O que é certo é que o BRB não vai entregar o seu balanço pelo segundo trimestre consecutivo nesta terça-feira, 31, e as conversas com a cúpula do Banco Central só vão acontecer a partir desta quarta, depois de esgotado o prazo Tecnicamente, bancos com patrimônio negativo não podem continuar existindo, porque colocam em risco a segurança do sistema financeiro e dos clientes que depositaram na instituição as suas economias e os seus investimentos. Confiança é palavra-chave no negócio bancário, porque os bancos operam “alavancados”, fazem operações num montante muito maior do que têm de patrimônio, dependendo dos depósitos de terceiros e acreditando que eles não serão sacados ao mesmo tempo. Por isso, há regras rígidas a serem cumpridas por todas as instituições bancárias do País, e elas não serão flexibilizadas só porque o BRB é um banco público e conta com a simpatia de políticos em Brasília. O espaço para negociações é reduzido nesses casos. Na Faria Lima, a percepção é que o BC está “empoderado” depois da liquidação do Master e de ter suportado a pressão do ministro Dias Toffoli, do Supremo Tribunal Federal (STF), e do ministro Jhonatan de Jesus, do Tribunal de Contas da União (TCU). O relatório técnico do TCU, que validou as ações do BC, aumentou essa percepção entre os bancos. Ninguém, nem o Fundo Garantidor de Créditos (FGC), vai emprestar dinheiro ao BRB por caridade ou por pressões políticas. Do governo federal, também não há sinalização para que o Banco Central alivie para o BRB. Pelo contrário, a percepção da cúpula petista é que a crise do BRB está associada ao agora ex-governador Ibaneis Rocha — que deixou o cargo para concorrer ao Senado —, um político ligado ao ex-presidente Jair Bolsonaro. O mesmo vale para a governadora Celina Leão, que assumiu nesta semana. Do ponto de vista do governo Lula, caberá ao GDF encontrar uma solução e ao BC decidir de acordo com as suas regras. Na visão da nova diretoria do BRB, por sua vez, há um esforço para tentar resolver o problema, e já existe um plano de aporte na instituição em andamento. Ele não andou na velocidade que se esperava por conta de entraves jurídicos em vários ativos do GDF que seriam negociados e por conta de decisões liminares na Justiça. O banco, dessa forma, tentará ganhar tempo com o Banco Central antes de sofrer penalidades mais severas. A diretoria argumenta que já houve outros atrasos de balanços, e que todas as obrigações do banco têm sido cumpridas até o momento. Apresentar os números nesta terça, com o patrimônio negativo, teria um efeito brutal sobre a confiança. Por isso, o objetivo é só divulgar os dados com o aporte do GDF aprovado. A Assembleia Geral Extraordinária, que foi cancelada após as liminares na Justiça, também será remarcada, com um novo prazo. Em resumo: o BRB tenta ganhar tempo, o Banco Central alega que já analisa o banco desde a proposta de compra do Master, que completou um ano. O GDF não demonstra capacidade para socorrer a instituição, e o governo federal quer distância da crise.</p>
<p>O post <a href="https://www.fatonewspb.com.br/brb-na-mira-bc-vai-analisar-opcoes-do-brb-mas-nao-descarta-mesmo-destino-do-master-leia-bastidores/">BRB NA MIRA:  BC vai analisar opções do BRB, mas não descarta mesmo destino do Master; leia bastidores</a> apareceu primeiro em <a href="https://www.fatonewspb.com.br"></a>.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p> O <strong>Banco Central</strong> não pretende tomar decisões extremas com o <strong>Banco de Brasília (BRB)</strong> antes de esgotar todas as alternativas para tentar reequilibrar a instituição. Seguirá, portanto, a cartilha da supervisão financeira, o mesmo rito que já seguiu com o <strong>Master</strong>, o que também significa que o risco de liquidação ou de intervenção existe de fato.</p>



<p>Isso quer dizer que a necessidade de aporte pelo governo do <strong>Distrito Federal</strong> (GDF) no BRB é urgente, já que as crises de confiança bancária não costumam esperar o tempo da política e da Justiça. O BRB, como se sabe, está com um buraco em seu balanço por ter comprado bilhões em carteiras de crédito podre do Master.</p>



<p>O que é certo é que o BRB não vai entregar o seu balanço pelo segundo trimestre consecutivo nesta terça-feira, 31, e as conversas com a cúpula do Banco Central só vão acontecer a partir desta quarta, depois de esgotado o prazo</p>



<p>Tecnicamente, bancos com patrimônio negativo não podem continuar existindo, porque colocam em risco a segurança do sistema financeiro e dos clientes que depositaram na instituição as suas economias e os seus investimentos. Confiança é palavra-chave no negócio bancário, porque os bancos operam “alavancados”, fazem operações num montante muito maior do que têm de patrimônio, dependendo dos depósitos de terceiros e acreditando que eles não serão sacados ao mesmo tempo.</p>



<p>Por isso, há regras rígidas a serem cumpridas por todas as instituições bancárias do País, e elas não serão flexibilizadas só porque o BRB é um banco público e conta com a simpatia de políticos em Brasília. O espaço para negociações é reduzido nesses casos.</p>



<p>Na Faria Lima, a percepção é que o BC está “empoderado” depois da liquidação do Master e de ter suportado a pressão do ministro Dias Toffoli, do <strong>Supremo Tribunal Federal (STF)</strong>, e do ministro Jhonatan de Jesus, do <strong>Tribunal de Contas da União (TCU)</strong>. O relatório técnico do TCU, que validou as ações do BC, aumentou essa percepção entre os bancos. Ninguém, nem o Fundo Garantidor de Créditos (FGC), vai emprestar dinheiro ao BRB por caridade ou por pressões políticas.</p>



<p>Do governo federal, também não há sinalização para que o Banco Central alivie para o BRB. Pelo contrário, a percepção da cúpula petista é que a crise do BRB está associada ao agora ex-governador Ibaneis Rocha — que deixou o cargo para concorrer ao Senado —, um político ligado ao ex-presidente Jair Bolsonaro. O mesmo vale para a governadora Celina Leão, que assumiu nesta semana. Do ponto de vista do governo Lula, caberá ao GDF encontrar uma solução e ao BC decidir de acordo com as suas regras.</p>



<p>Na visão da nova diretoria do BRB, por sua vez, há um esforço para tentar resolver o problema, e já existe um plano de aporte na instituição em andamento. Ele não andou na velocidade que se esperava por conta de entraves jurídicos em vários ativos do GDF que seriam negociados e por conta de decisões liminares na Justiça. O banco, dessa forma, tentará ganhar tempo com o Banco Central antes de sofrer penalidades mais severas.</p>



<p><br>A diretoria argumenta que já houve outros atrasos de balanços, e que todas as obrigações do banco têm sido cumpridas até o momento. Apresentar os números nesta terça, com o patrimônio negativo, teria um efeito brutal sobre a confiança. Por isso, o objetivo é só divulgar os dados com o aporte do GDF aprovado. A Assembleia Geral Extraordinária, que foi cancelada após as liminares na Justiça, também será remarcada, com um novo prazo.</p>



<p>Em resumo: o BRB tenta ganhar tempo, o Banco Central alega que já analisa o banco desde a proposta de compra do Master, que completou um ano. O GDF não demonstra capacidade para socorrer a instituição, e o governo federal quer distância da crise.</p>
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		<title>DESDOBRAMENTOS:  ‘Empregado’ de Vorcaro no BC abriu firma voltada a crianças carentes para receber dinheiro do Master</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação FatoNewsPB]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 31 Mar 2026 21:26:45 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Política]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Depois, o então supervisor do Banco Central relatou que ficou incomodado e mandou suspender os pagamentos, que foram retomados posteriormente por meio da nova firma. No depoimento, Belline disse que desconhecia a relação de Palhares com o Banco Master e que os serviços contratados foram prestados</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p> O ex-chefe de Supervisão do <strong>Banco Cent</strong><a href="https://www.estadao.com.br/tudo-sobre/banco-central-do-brasil/" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><strong>ral</strong></a> (BC) <strong>Belline Santana</strong> abriu uma empresa destinada à educação financeira de crianças carentes para receber dinheiro do <strong>Banco Master</strong>, conforme investigação aberta pela autoridade monetária.</p>



<p>O BC começou a apurar, no ano passado, o vínculo entre Belline e o empresário Leonardo Palhares, apontado pela Polícia Federal como operador do banqueiro <strong>Daniel Vorcaro</strong>, dono do Master, e concluiu que houve indícios de enriquecimento ilícito do ex-chefe de supervisão.</p>



<p>O servidor do Banco Central, afastado em janeiro deste ano por conta de uma investigação própria da autoridade monetária, foi alvo de uma operação da PF em março e classificado pelo ministro André Mendonça, do Supremo Tribunal Federal (STF), como uma espécie de “empregado” e “consultor” de Vorcaro no BC.</p>



<p>Segundo a PF, Belline Santana e Paulo Sérgio Neves de Souza, ex-diretor de Fiscalização do BC, foram <strong>cooptados por Vorcaro e receberam “mesada” para trabalhar como consultores informais do banco</strong>. Na semana passada, a <strong>Controladoria-Geral da União (CGU) abriu processos administrativos contra ambos </strong>para avaliar se eles serão expulsos do serviço público.</p>



<p>Registrada em um endereço residencial de São Paulo, a Inspiração Projetos Educacionais foi criada por Belline para oferecer serviço de capacitação de crianças e jovens carentes. A empresa foi oficialmente aberta em julho de 2025, meses antes de o <strong>BC decretar a liquidação do Master, em novembro</strong>.</p>



<p>A empresa nasceu após Belline ter recebido outros pagamentos de Palhares. Em depoimento à sindicância do BC, Bellini relatou que Leonardo Palhares ofereceu a ele R$ 2 milhões para prestar os serviços. O empresário chegou a fazer dois pagamentos de R$ 500 mil em 2023.</p>



<p>Depois, o então supervisor do Banco Central relatou que ficou incomodado e mandou suspender os pagamentos, que foram retomados posteriormente por meio da nova firma. No depoimento, Belline disse que desconhecia a relação de Palhares com o Banco Master e que os serviços contratados foram prestados.</p>



<p>Segundo a Polícia Federal, Belline foi um dos integrantes do órgão regulador que recebeu dinheiro de Vorcaro para ajudá-lo a driblar a fiscalização do próprio Banco Central e, ainda, retardou o envio de documentos à Polícia Federal que serviriam para a deflagração da primeira prisão do dono do Master.</p>



<p>A Inspiração Projetos Educacionais é uma microempresa com R$ 5 mil de capital social — o investimento em dinheiro ou bens feito na abertura de uma empresa. O endereço é o mesmo declarado por Belline Santana como o de sua residência, na Vila Mariana, em São Paulo, e o telefone informado à Receita Federal é genérico, com uma sequência de noves, e não existe: “(11) 9999-9999″. A reportagem não localizou site ou redes sociais do negócio.</p>



<p>As atividades econômicas declaradas são “treinamento em desenvolvimento profissional e gerencial” e “preparação de documentos e serviços especializados de apoio administrativo”.</p>



<p>Segundo as investigações, Palhares é o administrador da Varajo Consultoria Empresarial. Essa empresa teria sido usada para pagamento das propinas a servidores do Banco Central.</p>



<p>Ele também é diretor da Super Empreendimentos, usada por Vorcaro para financiar atos criminosos do grupo e lavar dinheiro. Além de Belline, o ex-diretor de Fiscalização Paulo Sérgio Neves de Souza também foi alvo da PF. Os dois seriam “consultores informais” de Vorcaro dentro do Banco Central.</p>



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<figure class="wp-block-image size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="667" height="620" data-id="985" src="https://www.fatonewspb.com.br/wp-content/uploads/2026/03/Captura-de-tela-2026-03-31-182422.png" alt="" class="wp-image-985" srcset="https://www.fatonewspb.com.br/wp-content/uploads/2026/03/Captura-de-tela-2026-03-31-182422.png 667w, https://www.fatonewspb.com.br/wp-content/uploads/2026/03/Captura-de-tela-2026-03-31-182422-300x279.png 300w" sizes="(max-width: 667px) 100vw, 667px" /></figure>
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