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	<title>Arquivo de Sem Categoria -</title>
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	<title>Arquivo de Sem Categoria -</title>
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	<item>
		<title>TCE-PB desmonta recurso da CODATA e mantém irregularidades em contratações via bolsas</title>
		<link>https://www.fatonewspb.com.br/tce-pb-desmonta-recurso-da-codata-e-mantem-irregularidades-em-contratacoes-via-bolsas/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação FatoNewsPB]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 17 Mar 2026 18:11:31 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Paraíba]]></category>
		<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[Sem Categoria]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Parecer do Ministério Público de Contas aponta burla ao concurso público e expõe fragilidades na gestão de pessoal da CODATA PB Um parecer do Ministério Público de Contas da Paraíba (MPC-PB) reforçou as irregularidades na Companhia de Processamento de Dados da Paraíba (CODATA) e recomendou o não conhecimento do recurso apresentado pela direção da estatal contra decisão do Tribunal de Contas do Estado (TCE-PB). O documento, assinado pelo procurador Bradson Tibério Luna Camelo, sustenta que o recurso sequer deveria ser analisado por não atender aos requisitos legais. Recurso considerado inadequado De acordo com o parecer, a CODATA utilizou um tipo de recurso que não se aplica ao caso. A legislação do TCE-PB prevê recurso ordinário apenas contra decisões originárias do Tribunal Pleno — o que não ocorreu neste processo. Com isso, o MPC-PB entende que o pedido não deve nem ser conhecido, evidenciando falha técnica na estratégia jurídica adotada pela gestão. Contratação irregular e burla ao concurso O centro da controvérsia está no Contrato nº 10/2023, firmado com a FUNETEC-PB, que permitiu a contratação de bolsistas para exercer funções permanentes dentro da estatal. Segundo o parecer, essa prática configura desvio de finalidade e viola a exigência constitucional do concurso público. O Ministério Público de Contas foi enfático ao classificar o modelo como uma forma de suprir mão de obra permanente por meios indiretos, o que fere o artigo 37 da Constituição Federal. Rescisão não resolve o problema A CODATA argumentou que a rescisão do contrato encerraria o caso. No entanto, o entendimento do MPC-PB é claro: o cancelamento não elimina a irregularidade. O parecer destaca que o erro está na origem da contratação e que a medida adotada posteriormente não tem efeito de corrigir os atos já praticados. Decisão judicial não interfere no TCE Outro ponto levantado pela defesa foi a existência de decisão judicial negando a nomeação de um candidato. Ainda assim, o Ministério Público de Contas rejeitou o argumento. Isso porque o Judiciário analisou apenas o direito individual, enquanto o Tribunal de Contas avalia a legalidade administrativa. Assim, mesmo sem direito à vaga, a irregularidade permanece. Novas investigações podem surgir O parecer também menciona indícios relacionados a outro contrato (nº 029/2025), que pode ser alvo de fiscalização específica do TCE-PB. A recomendação é que o caso seja encaminhado para análise mais aprofundada, podendo resultar em nova inspeção sobre a gestão de pessoal da companhia. Recomendação final Ao final, o Ministério Público de Contas opinou: A avaliação reforça que as irregularidades permanecem e que a atuação da gestão não conseguiu afastar as falhas apontadas pelo órgão de controle.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<h3 class="wp-block-heading"><strong>Parecer do Ministério Público de Contas aponta burla ao concurso público e expõe fragilidades na gestão de pessoal da CODATA PB</strong></h3>



<p class="wp-block-paragraph">Um parecer do Ministério Público de Contas da Paraíba (MPC-PB) reforçou as irregularidades na Companhia de Processamento de Dados da Paraíba (CODATA) e recomendou o não conhecimento do recurso apresentado pela direção da estatal contra decisão do Tribunal de Contas do Estado (TCE-PB).</p>



<p class="wp-block-paragraph">O documento, assinado pelo procurador <strong>Bradson Tibério Luna Camelo</strong>, sustenta que o recurso sequer deveria ser analisado por não atender aos requisitos legais.</p>



<hr class="wp-block-separator has-alpha-channel-opacity"/>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Recurso considerado inadequado</strong></h2>



<p class="wp-block-paragraph">De acordo com o parecer, a CODATA utilizou um tipo de recurso que não se aplica ao caso. A legislação do TCE-PB prevê recurso ordinário apenas contra decisões originárias do Tribunal Pleno — o que não ocorreu neste processo.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Com isso, o MPC-PB entende que o pedido não deve nem ser conhecido, evidenciando falha técnica na estratégia jurídica adotada pela gestão.</p>



<hr class="wp-block-separator has-alpha-channel-opacity"/>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Contratação irregular e burla ao concurso</strong></h2>



<p class="wp-block-paragraph">O centro da controvérsia está no <strong>Contrato nº 10/2023</strong>, firmado com a FUNETEC-PB, que permitiu a contratação de bolsistas para exercer funções permanentes dentro da estatal.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Segundo o parecer, essa prática configura desvio de finalidade e viola a exigência constitucional do concurso público.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O Ministério Público de Contas foi enfático ao classificar o modelo como uma forma de suprir mão de obra permanente por meios indiretos, o que fere o artigo 37 da Constituição Federal.</p>



<hr class="wp-block-separator has-alpha-channel-opacity"/>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Rescisão não resolve o problema</strong></h2>



<p class="wp-block-paragraph">A CODATA argumentou que a rescisão do contrato encerraria o caso. No entanto, o entendimento do MPC-PB é claro: o cancelamento não elimina a irregularidade.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O parecer destaca que o erro está na origem da contratação e que a medida adotada posteriormente não tem efeito de corrigir os atos já praticados.</p>



<hr class="wp-block-separator has-alpha-channel-opacity"/>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Decisão judicial não interfere no TCE</strong></h2>



<p class="wp-block-paragraph">Outro ponto levantado pela defesa foi a existência de decisão judicial negando a nomeação de um candidato. Ainda assim, o Ministério Público de Contas rejeitou o argumento.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Isso porque o Judiciário analisou apenas o direito individual, enquanto o Tribunal de Contas avalia a legalidade administrativa. Assim, mesmo sem direito à vaga, a irregularidade permanece.</p>



<hr class="wp-block-separator has-alpha-channel-opacity"/>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Novas investigações podem surgir</strong></h2>



<p class="wp-block-paragraph">O parecer também menciona indícios relacionados a outro contrato (nº 029/2025), que pode ser alvo de fiscalização específica do TCE-PB.</p>



<figure class="wp-block-gallery has-nested-images columns-default is-cropped wp-block-gallery-1 is-layout-flex wp-block-gallery-is-layout-flex">
<figure class="wp-block-image size-large"><img fetchpriority="high" decoding="async" width="567" height="397" data-id="903" src="https://www.fatonewspb.com.br/wp-content/uploads/2026/03/Captura-de-tela-2026-03-17-151059-2.png" alt="" class="wp-image-903" srcset="https://www.fatonewspb.com.br/wp-content/uploads/2026/03/Captura-de-tela-2026-03-17-151059-2.png 567w, https://www.fatonewspb.com.br/wp-content/uploads/2026/03/Captura-de-tela-2026-03-17-151059-2-300x210.png 300w" sizes="(max-width: 567px) 100vw, 567px" /></figure>
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<p class="wp-block-paragraph">A recomendação é que o caso seja encaminhado para análise mais aprofundada, podendo resultar em nova inspeção sobre a gestão de pessoal da companhia.</p>



<hr class="wp-block-separator has-alpha-channel-opacity"/>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Recomendação final</strong></h2>



<p class="wp-block-paragraph">Ao final, o Ministério Público de Contas opinou:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>pelo <strong>não conhecimento do recurso</strong></li>



<li>e, no mérito, pelo <strong>não provimento</strong>, mantendo a decisão anterior</li>
</ul>



<p class="wp-block-paragraph">A avaliação reforça que as irregularidades permanecem e que a atuação da gestão não conseguiu afastar as falhas apontadas pelo órgão de controle.</p>



<figure class="wp-block-gallery has-nested-images columns-default is-cropped wp-block-gallery-2 is-layout-flex wp-block-gallery-is-layout-flex">
<figure class="wp-block-image size-large"><img decoding="async" width="567" height="397" data-id="899" src="https://www.fatonewspb.com.br/wp-content/uploads/2026/03/Captura-de-tela-2026-03-17-151059.png" alt="" class="wp-image-899" srcset="https://www.fatonewspb.com.br/wp-content/uploads/2026/03/Captura-de-tela-2026-03-17-151059.png 567w, https://www.fatonewspb.com.br/wp-content/uploads/2026/03/Captura-de-tela-2026-03-17-151059-300x210.png 300w" sizes="(max-width: 567px) 100vw, 567px" /></figure>
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			</item>
		<item>
		<title>SANTA RITA PB: Mesmo preso por acusação de homicídio, vereador Wagner de Bebé já recebeu R$ 178 mil, aponta TCE-PB</title>
		<link>https://www.fatonewspb.com.br/mesmo-preso-por-acusacao-de-homicidio-vereador-wagner-de-bebe-ja-recebeu-r-178-mil-aponta-tce-pb/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação FatoNewsPB]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 09 Jan 2026 12:14:20 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Policial]]></category>
		<category><![CDATA[Sem Categoria]]></category>
		<category><![CDATA[Últimas Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Para a população, o cenário representa um afronta à moralidade administrativa, sobretudo diante do pagamento de altos valores a um vereador preso, enquanto serviços públicos básicos enfrentam dificuldades e a cidade cobra mais responsabilidade dos seus representantes</p>
<p>O post <a href="https://www.fatonewspb.com.br/mesmo-preso-por-acusacao-de-homicidio-vereador-wagner-de-bebe-ja-recebeu-r-178-mil-aponta-tce-pb/">SANTA RITA PB: Mesmo preso por acusação de homicídio, vereador Wagner de Bebé já recebeu R$ 178 mil, aponta TCE-PB</a> apareceu primeiro em <a href="https://www.fatonewspb.com.br"></a>.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph">O vereador <strong>Wagner de Bebé</strong>, atualmente <strong>preso e acusado da prática de homicídio</strong>, já recebeu <strong>R$ 178 mil em recursos públicos</strong>, segundo dados do <strong>Sistema Sagres</strong>, do <strong>Tribunal de Contas do Estado da Paraíba (TCE-PB)</strong>.</p>



<p class="wp-block-paragraph">De acordo com as informações oficiais, os valores foram pagos mesmo com o parlamentar <strong>afastado de suas funções presenciais</strong>, enquanto responde à Justiça por um <strong>suposto homicídio atribuído a ele</strong>. As investigações seguem em andamento e <strong>não está descartada a apuração de possível envolvimento do vereador em outros crimes</strong>, conforme fontes ligadas ao caso.</p>



<div data-wp-interactive="core/file" class="wp-block-file"><object data-wp-bind--hidden="!state.hasPdfPreview" hidden class="wp-block-file__embed" data="https://www.fatonewspb.com.br/wp-content/uploads/2026/01/VAG.pdf" type="application/pdf" style="width:100%;height:600px" aria-label="Incorporado de VAG."></object><a id="wp-block-file--media-7e399956-cd54-4e3c-9aa1-e59af7af1a48" href="https://www.fatonewspb.com.br/wp-content/uploads/2026/01/VAG.pdf">VAG</a><a href="https://www.fatonewspb.com.br/wp-content/uploads/2026/01/VAG.pdf" class="wp-block-file__button wp-element-button" download aria-describedby="wp-block-file--media-7e399956-cd54-4e3c-9aa1-e59af7af1a48">Baixar</a></div>



<p class="wp-block-paragraph">A situação agrava ainda mais o <strong>profundo desgaste institucional vivido pela Câmara Municipal de Santa Rita</strong>, que enfrenta forte reprovação popular. O caso de Wagner de Bebé <strong>não é isolado</strong>: a Casa Legislativa abriga <strong>outros parlamentares com histórico de prisão</strong> e até <strong>vereador que já cumpriu pena</strong>, fato que amplia a crise de credibilidade do Legislativo municipal.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Para a população, o cenário representa um <strong>afronta à moralidade administrativa</strong>, sobretudo diante do pagamento de altos valores a um vereador preso, enquanto serviços públicos básicos enfrentam dificuldades e a cidade cobra mais responsabilidade dos seus representantes.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O episódio reacende o debate sobre <strong>moralidade, legalidade e os limites do exercício do mandato parlamentar</strong>, além da urgência de medidas que resgatem a confiança da sociedade nas instituições políticas de Santa Rita.</p>



<figure class="wp-block-gallery has-nested-images columns-default is-cropped wp-block-gallery-3 is-layout-flex wp-block-gallery-is-layout-flex">
<figure class="wp-block-image size-large"><img decoding="async" width="238" height="400" data-id="643" src="https://www.fatonewspb.com.br/wp-content/uploads/2026/01/Captura-de-tela-2026-01-08-115716.png" alt="" class="wp-image-643" srcset="https://www.fatonewspb.com.br/wp-content/uploads/2026/01/Captura-de-tela-2026-01-08-115716.png 238w, https://www.fatonewspb.com.br/wp-content/uploads/2026/01/Captura-de-tela-2026-01-08-115716-179x300.png 179w" sizes="(max-width: 238px) 100vw, 238px" /></figure>
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<p>O post <a href="https://www.fatonewspb.com.br/mesmo-preso-por-acusacao-de-homicidio-vereador-wagner-de-bebe-ja-recebeu-r-178-mil-aponta-tce-pb/">SANTA RITA PB: Mesmo preso por acusação de homicídio, vereador Wagner de Bebé já recebeu R$ 178 mil, aponta TCE-PB</a> apareceu primeiro em <a href="https://www.fatonewspb.com.br"></a>.</p>
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