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	<title>Arquivo de Policial -</title>
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	<title>Arquivo de Policial -</title>
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	<item>
		<title>ESCÂNDALO NA POLÍCIA CIVIL: MAIS DE 40 MIL ÁUDIOS REVELAM SUPOSTA LIGAÇÃO DE DELEGADO E AGENTES COM ESQUEMA DO TRÁFICO NA PARAÍBA</title>
		<link>https://www.fatonewspb.com.br/escandalo-na-policia-civil-mais-de-40-mil-audios-revelam-suposta-ligacao-de-delegado-e-agentes-com-esquema-do-trafico-na-paraiba/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação FatoNewsPB]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 03 Jun 2026 14:55:26 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Policial]]></category>
		<category><![CDATA[Últimas Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A Operação Perfídus, deflagrada pela Polícia Civil da Paraíba em conjunto com o Grupo de Atuação Especial Contra o Crime Organizado (Gaeco), expôs um dos casos mais graves já registrados envolvendo integrantes das forças de segurança do estado. A investigação, que durou mais de um ano, analisou mais de 40 mil áudios trocados entre os investigados e culminou na prisão de um delegado da Polícia Civil, dois agentes e outros suspeitos apontados como integrantes de uma organização ligada ao tráfico de drogas. O principal alvo da operação é o delegado Braz Morroni de Paiva Júnior, que estava à frente da Delegacia de Crimes Contra o Patrimônio (DCCPAT), em João Pessoa. Também foram presos os agentes civis Eduardo Jorge Ferreira e Everton Rychelyson. Todos tiveram as prisões temporárias mantidas pela Justiça durante audiência de custódia realizada poucas horas após a operação. Segundo o secretário de Segurança Pública da Paraíba, Jean Nunes, a quantidade de material analisado demonstra a complexidade e a robustez das investigações. De acordo com ele, os elementos reunidos apontam para uma suposta colaboração entre agentes públicos e traficantes, cenário considerado extremamente preocupante pelas autoridades. “Mais de um ano de investigação, mais de 40 mil áudios analisados pela Polícia Civil e Gaeco. Estamos combatendo a chegada do Comando Vermelho ao nosso estado e agentes de segurança associados com traficantes alimentam essa facção para que as drogas retornem às ruas”, afirmou o secretário. A declaração evidencia a gravidade das suspeitas. As investigações apontam que integrantes da própria estrutura policial podem ter atuado para favorecer interesses criminosos, comprometendo operações de combate ao narcotráfico e fortalecendo organizações que tentam expandir sua atuação na Paraíba. Além dos policiais, também tiveram as prisões mantidas João Wicttor Alves de Lima, Brendo Roberth Fernandes Sobral, Paulo Ricardo Barbosa de Souza, conhecido como “Galinha”, José Alexandrino de Lira Júnior, o “Júnior Lira”, e Vanessa Dantas Fernandes. O único alvo que não foi localizado durante a ofensiva policial foi Dankennedy Vieira Brito da Silva, conhecido como “Babau”. Apontado como peça importante dentro da investigação, ele é considerado foragido e, segundo informações da polícia, estaria fora da Paraíba. A queda de Braz Morroni chama atenção pela trajetória construída dentro da corporação. Delegado há mais de duas décadas, ele ingressou na Polícia Civil em 2004 após aprovação em concurso público. Ao longo da carreira, atuou em delegacias de Cuité, Itabaiana e Campina Grande, além de ter exercido funções na Delegacia de Repressão a Entorpecentes antes de assumir a DCCPAT em 2019. Agora, o experiente delegado vê sua carreira colocada sob suspeita em uma investigação que pode provocar desdobramentos ainda maiores. As autoridades não descartam novas fases da operação, especialmente diante do vasto material apreendido e das milhares de mensagens e gravações que continuam sendo periciadas. A defesa de Braz Morroni divulgou nota afirmando que respeita a investigação, mas destacou que o delegado possui o direito constitucional à presunção de inocência. Os advogados informaram ainda que irão analisar os autos para adotar as medidas judiciais cabíveis visando reverter a prisão. Enquanto isso, a Operação Perfídus abre uma ferida profunda na credibilidade institucional da segurança pública paraibana. O caso coloca sob escrutínio não apenas a conduta individual dos investigados, mas também os mecanismos internos de controle e fiscalização das corporações encarregadas justamente de combater o crime organizado. Se confirmadas as acusações, o episódio revelará um cenário alarmante: integrantes do aparato estatal atuando, supostamente, em benefício da mesma estrutura criminosa que deveriam enfrentar, fortalecendo o tráfico e ampliando os riscos para a sociedade paraibana.</p>
<p>O post <a href="https://www.fatonewspb.com.br/escandalo-na-policia-civil-mais-de-40-mil-audios-revelam-suposta-ligacao-de-delegado-e-agentes-com-esquema-do-trafico-na-paraiba/">ESCÂNDALO NA POLÍCIA CIVIL: MAIS DE 40 MIL ÁUDIOS REVELAM SUPOSTA LIGAÇÃO DE DELEGADO E AGENTES COM ESQUEMA DO TRÁFICO NA PARAÍBA</a> apareceu primeiro em <a href="https://www.fatonewspb.com.br"></a>.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph">A Operação Perfídus, deflagrada pela Polícia Civil da Paraíba em conjunto com o Grupo de Atuação Especial Contra o Crime Organizado (Gaeco), expôs um dos casos mais graves já registrados envolvendo integrantes das forças de segurança do estado. A investigação, que durou mais de um ano, analisou mais de 40 mil áudios trocados entre os investigados e culminou na prisão de um delegado da Polícia Civil, dois agentes e outros suspeitos apontados como integrantes de uma organização ligada ao tráfico de drogas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O principal alvo da operação é o delegado Braz Morroni de Paiva Júnior, que estava à frente da Delegacia de Crimes Contra o Patrimônio (DCCPAT), em João Pessoa. Também foram presos os agentes civis Eduardo Jorge Ferreira e Everton Rychelyson. Todos tiveram as prisões temporárias mantidas pela Justiça durante audiência de custódia realizada poucas horas após a operação.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Segundo o secretário de Segurança Pública da Paraíba, Jean Nunes, a quantidade de material analisado demonstra a complexidade e a robustez das investigações. De acordo com ele, os elementos reunidos apontam para uma suposta colaboração entre agentes públicos e traficantes, cenário considerado extremamente preocupante pelas autoridades.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“Mais de um ano de investigação, mais de 40 mil áudios analisados pela Polícia Civil e Gaeco. Estamos combatendo a chegada do Comando Vermelho ao nosso estado e agentes de segurança associados com traficantes alimentam essa facção para que as drogas retornem às ruas”, afirmou o secretário.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A declaração evidencia a gravidade das suspeitas. As investigações apontam que integrantes da própria estrutura policial podem ter atuado para favorecer interesses criminosos, comprometendo operações de combate ao narcotráfico e fortalecendo organizações que tentam expandir sua atuação na Paraíba.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Além dos policiais, também tiveram as prisões mantidas João Wicttor Alves de Lima, Brendo Roberth Fernandes Sobral, Paulo Ricardo Barbosa de Souza, conhecido como “Galinha”, José Alexandrino de Lira Júnior, o “Júnior Lira”, e Vanessa Dantas Fernandes.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O único alvo que não foi localizado durante a ofensiva policial foi Dankennedy Vieira Brito da Silva, conhecido como “Babau”. Apontado como peça importante dentro da investigação, ele é considerado foragido e, segundo informações da polícia, estaria fora da Paraíba.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A queda de Braz Morroni chama atenção pela trajetória construída dentro da corporação. Delegado há mais de duas décadas, ele ingressou na Polícia Civil em 2004 após aprovação em concurso público. Ao longo da carreira, atuou em delegacias de Cuité, Itabaiana e Campina Grande, além de ter exercido funções na Delegacia de Repressão a Entorpecentes antes de assumir a DCCPAT em 2019.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Agora, o experiente delegado vê sua carreira colocada sob suspeita em uma investigação que pode provocar desdobramentos ainda maiores. As autoridades não descartam novas fases da operação, especialmente diante do vasto material apreendido e das milhares de mensagens e gravações que continuam sendo periciadas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A defesa de Braz Morroni divulgou nota afirmando que respeita a investigação, mas destacou que o delegado possui o direito constitucional à presunção de inocência. Os advogados informaram ainda que irão analisar os autos para adotar as medidas judiciais cabíveis visando reverter a prisão.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Enquanto isso, a Operação Perfídus abre uma ferida profunda na credibilidade institucional da segurança pública paraibana. O caso coloca sob escrutínio não apenas a conduta individual dos investigados, mas também os mecanismos internos de controle e fiscalização das corporações encarregadas justamente de combater o crime organizado.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Se confirmadas as acusações, o episódio revelará um cenário alarmante: integrantes do aparato estatal atuando, supostamente, em benefício da mesma estrutura criminosa que deveriam enfrentar, fortalecendo o tráfico e ampliando os riscos para a sociedade paraibana.</p>



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			</item>
		<item>
		<title>Justiça solta prefeito acusado de exploração sexual de menores</title>
		<link>https://www.fatonewspb.com.br/justica-solta-prefeito-acusado-de-exploracao-sexual-de-menores/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação FatoNewsPB]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 05 May 2026 17:22:17 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Policial]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O prefeito de Pio IX,&#160;Silas Noronha (PSD), foi&#160;solto&#160;na manhã desta terça-feira (5), segundo a&#160;Polícia Civil do Piauí.&#160;Ele havia sido preso por suspeita de envolvimento em um&#160;esquema de exploração sexual de adolescentes.&#160; Apesar da liberação, a Justiça decidiu manter o&#160;afastamento&#160;dele do cargo por um período de 90 dias.&#160; Silas Noronha foi preso no dia 10 de abril, após se apresentar espontaneamente à Delegacia de Proteção à Criança e ao Adolescente (DPCA), em Teresina. Desde então, ele permanecia detido na capital. O sobrinho do gestor, Samuel Noronha, também foi solto. Ele tinha sido preso no dia 9 de abril, no município de Pio IX, e transferido para uma penitenciária em Picos.&#160; Segundo informa a Polícia Civil, o desembargador Vital revogou a prisão, aplicou medidas cautelares de não manter contato com nenhuma das pessoas do processo e manteve afastamento da prefeitura. Segundo a investigação da Polícia Civil, Silas Noronha é apontado como possível participante de um esquema de aliciamento de meninas de 13 e 14 anos. A apuração começou após a denúncia de um ex-integrante da campanha dele, que afirmou ter ajudado a atrair as adolescentes a pedido do gestor.</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph">O prefeito de Pio IX,<strong>&nbsp;Silas Noronha (PSD)</strong>, foi&nbsp;<strong>solto&nbsp;</strong>na manhã desta terça-feira (5), segundo a&nbsp;<strong>Polícia Civil do Piauí.&nbsp;</strong>Ele havia sido preso por suspeita de envolvimento em um&nbsp;<strong>esquema de exploração sexual de adolescentes.</strong>&nbsp; Apesar da liberação, a Justiça decidiu manter o&nbsp;<strong>afastamento&nbsp;</strong>dele do cargo por um período de 90 dias.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Silas Noronha foi preso no dia 10 de abril, após se apresentar espontaneamente à Delegacia de Proteção à Criança e ao Adolescente (DPCA), em Teresina. Desde então, ele permanecia detido na capital.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O sobrinho do gestor, Samuel Noronha, também foi solto. Ele tinha sido preso no dia 9 de abril, no município de Pio IX, e transferido para uma penitenciária em Picos.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Segundo informa a Polícia Civil, o desembargador Vital revogou a prisão, aplicou medidas cautelares de não manter contato com nenhuma das pessoas do processo e manteve afastamento da prefeitura.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Segundo a investigação da Polícia Civil, Silas Noronha é apontado como possível participante de um esquema de <strong>aliciamento de</strong> <strong>meninas</strong> de 13 e 14 anos. A apuração começou após a denúncia de um ex-integrante da campanha dele, que afirmou ter ajudado a atrair as adolescentes a pedido do gestor.</p>



<p class="wp-block-paragraph"></p>



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			</item>
		<item>
		<title>GOVERNO DA PARAÍBA APERTA A FARDA: SALÁRIO DE SOLDADO DESPENCA E PERDE METADE DO VALOR REAL DEU NA ARAPUAN FM</title>
		<link>https://www.fatonewspb.com.br/governo-da-paraiba-aperta-a-farda-salario-de-soldado-despenca-e-perde-metade-do-valor-real-deu-na-arapuan-fm/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação FatoNewsPB]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 21 Apr 2026 13:17:29 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Policial]]></category>
		<category><![CDATA[Últimas Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O discurso oficial pode até falar em equilíbrio fiscal e gestão responsável. Mas, na prática, quem está na linha de frente da segurança pública vive outra realidade — e ela é dura. A declaração veio de onde menos se espera contestação: do próprio comando da corporação. Em entrevista à Arapuan FM, no programa conduzido por Luiz Torres, o comandante da Polícia Militar da Paraíba, o coronel Ronildo, trouxe à tona um dado que desmonta qualquer tentativa de suavizar a situação: o salário do soldado perdeu cerca de 50% do poder de compra ao longo dos últimos anos. Segundo ele, em gestões passadas, como as de Ronaldo Cunha Lima e Cícero Lucena, um soldado recebia o equivalente a sete salários mínimos. Hoje, sob o comando de João Azevêdo e seu vice Lucas Ribeiro, esse valor encolheu drasticamente. Na ponta do lápis, a queda é brutal: de algo próximo a R$ 11 mil para pouco mais de R$ 5,5 mil. Não é ajuste. É perda real. É empobrecimento. E o mais grave: isso acontece enquanto o custo de vida sobe sem freio. Alimentação, combustível, aluguel — tudo mais caro. O salário, não. O resultado é previsível: uma tropa cada vez mais pressionada, desvalorizada e distante de qualquer discurso de reconhecimento. O próprio comandante reconhece o cenário. E quando a crítica vem de dentro da estrutura, não há como tratar como exagero ou oposição política. É diagnóstico. A conta dessa política salarial não fecha — e quem paga é o policial, lá na ponta, e a população, que depende de um sistema de segurança cada vez mais fragilizado. Mas a entrevista não parou por aí. O coronel também resgatou um episódio delicado da história recente da corporação. Ele reconheceu a atuação do ex-governador Ricardo Coutinho ao extinguir a chamada “Manzuar”, estrutura que, à época, estava sob suspeita de envolvimento em práticas de corrupção dentro da própria Polícia Militar. Ao citar o caso, o comandante lembrou que a medida foi tomada justamente diante de registros de desvios envolvendo membros da corporação — um ponto sensível que reforça o tamanho dos desafios internos enfrentados pela segurança pública no estado. No fim, fica um contraste difícil de esconder: enquanto o governo fala em avanço, a base sente o peso do retrocesso no bolso.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph">O discurso oficial pode até falar em equilíbrio fiscal e gestão responsável. Mas, na prática, quem está na linha de frente da segurança pública vive outra realidade — e ela é dura.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A declaração veio de onde menos se espera contestação: do próprio comando da corporação. Em entrevista à Arapuan FM, no programa conduzido por Luiz Torres, o comandante da Polícia Militar da Paraíba, o coronel Ronildo, trouxe à tona um dado que desmonta qualquer tentativa de suavizar a situação: o salário do soldado perdeu cerca de 50% do poder de compra ao longo dos últimos anos.</p>



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<p class="wp-block-paragraph">Segundo ele, em gestões passadas, como as de Ronaldo Cunha Lima e Cícero Lucena, um soldado recebia o equivalente a sete salários mínimos. Hoje, sob o comando de João Azevêdo e seu vice Lucas Ribeiro, esse valor encolheu drasticamente.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Na ponta do lápis, a queda é brutal: de algo próximo a R$ 11 mil para pouco mais de R$ 5,5 mil. Não é ajuste. É perda real. É empobrecimento.</p>



<p class="wp-block-paragraph">E o mais grave: isso acontece enquanto o custo de vida sobe sem freio. Alimentação, combustível, aluguel — tudo mais caro. O salário, não.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O resultado é previsível: uma tropa cada vez mais pressionada, desvalorizada e distante de qualquer discurso de reconhecimento.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O próprio comandante reconhece o cenário. E quando a crítica vem de dentro da estrutura, não há como tratar como exagero ou oposição política. É diagnóstico.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A conta dessa política salarial não fecha — e quem paga é o policial, lá na ponta, e a população, que depende de um sistema de segurança cada vez mais fragilizado.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Mas a entrevista não parou por aí. O coronel também resgatou um episódio delicado da história recente da corporação. Ele reconheceu a atuação do ex-governador Ricardo Coutinho ao extinguir a chamada “Manzuar”, estrutura que, à época, estava sob suspeita de envolvimento em práticas de corrupção dentro da própria Polícia Militar.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Ao citar o caso, o comandante lembrou que a medida foi tomada justamente diante de registros de desvios envolvendo membros da corporação — um ponto sensível que reforça o tamanho dos desafios internos enfrentados pela segurança pública no estado.</p>



<p class="wp-block-paragraph">No fim, fica um contraste difícil de esconder: enquanto o governo fala em avanço, a base sente o peso do retrocesso no bolso.</p>



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			</item>
		<item>
		<title>Alvo de investigação policial, vereador de Santa Rita já propôs regra para permitir participação de parlamentares presos em sessões</title>
		<link>https://www.fatonewspb.com.br/alvo-de-investigacao-policial-vereador-de-santa-rita-ja-propos-regra-para-permitir-participacao-de-parlamentares-presos-em-sessoes/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação FatoNewsPB]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 08 Apr 2026 17:09:50 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Policial]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://www.fatonewspb.com.br/?p=1011</guid>

					<description><![CDATA[<p>O vereador João Alves, que se tornou alvo de mandados de busca e apreensão da Polícia Civil nesta quarta-feira (8) durante uma investigação que apura a atuação de grupos ligados ao tráfico de drogas em Santa Rita, já havia protagonizado outra polêmica no início deste ano dentro da Câmara Municipal. Na época, o parlamentar apresentou um projeto de resolução que permitia que vereadores presos participassem das sessões do Legislativo, mesmo estando sob custódia da Justiça. A proposta chegou a ser aprovada pelos próprios vereadores, provocando forte reação negativa da opinião pública e questionamentos sobre a moralidade da medida. Diante da repercussão, os parlamentares acabaram recuando e revogando a resolução pouco tempo depois, anulando a mudança no regimento da Casa. Nos bastidores da política local, a iniciativa foi interpretada como uma medida que poderia beneficiar diretamente o então vereador Wagner de Bebé, que estava preso à época e, com a alteração, poderia participar das sessões e votações da Câmara mesmo encarcerado. Agora, meses após a polêmica legislativa, o autor da proposta volta ao centro das atenções após se tornar alvo de uma operação da Polícia Civil, que investiga possíveis conexões entre grupos criminosos e agentes públicos na cidade. A operação desta quarta-feira reacende o debate sobre a crise institucional e os sucessivos episódios controversos envolvendo a Câmara Municipal de Santa Rita, que nos últimos anos tem sido palco de investigações policiais e escândalos políticos. João Alves nega completamente qualquer envolvimento ou relação com o tráfico. Em entrevista à Rádio CBN, ele afirmou que atua como advogado, mas &#8220;não tenho nada a ver com os fatos&#8221;. &#8220;Ao final do inquérito vai ficar comprovado que não tenho nenhuma ligação. Opositores políticos se usaram desse artifício para formalizar denúncias criminosas tentando macular nossa imagem&#8221;, disse à Rádio CBN. A polícia cumpriu mandados de busca na residência, no escritório e no Gabinete de João Alves na Câmara de Vereadores. O vereador chegou a ir para a delegacia, mas não foi detido. Um aparelho celular dele foi apreendido. O delegado Aneilton Castro, da Polícia Civil, confirmou as BUSCAS</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph">O vereador João Alves, que se tornou <strong>alvo de mandados de busca e apreensão da Polícia Civil nesta quarta-feira (8)</strong> durante uma investigação que apura a atuação de grupos ligados ao tráfico de drogas em Santa Rita, já havia protagonizado outra polêmica no início deste ano dentro da Câmara Municipal.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Na época, o parlamentar apresentou um <strong>projeto de resolução que permitia que vereadores presos participassem das sessões do Legislativo</strong>, mesmo estando sob custódia da Justiça.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A proposta chegou a ser <strong>aprovada pelos próprios vereadores</strong>, provocando forte reação negativa da opinião pública e questionamentos sobre a moralidade da medida. Diante da repercussão, os parlamentares acabaram <strong>recuando e revogando a resolução pouco tempo depois</strong>, anulando a mudança no regimento da Casa.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Nos bastidores da política local, a iniciativa foi interpretada como uma medida que poderia beneficiar diretamente o então vereador <strong>Wagner de Bebé</strong>, que estava preso à época e, com a alteração, poderia participar das sessões e votações da Câmara mesmo encarcerado.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Agora, meses após a polêmica legislativa, o autor da proposta volta ao centro das atenções após se tornar <strong>alvo de uma operação da Polícia Civil</strong>, que investiga possíveis conexões entre grupos criminosos e agentes públicos na cidade.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A operação desta quarta-feira reacende o debate sobre <strong>a crise institucional e os sucessivos episódios controversos envolvendo a Câmara Municipal de Santa Rita</strong>, que nos últimos anos tem sido palco de investigações policiais e escândalos políticos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">João Alves nega completamente qualquer envolvimento ou relação com o tráfico. Em entrevista à Rádio CBN, ele afirmou que atua como advogado, mas &#8220;não tenho nada a ver com os fatos&#8221;.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>&#8220;Ao final do inquérito vai ficar comprovado que não tenho nenhuma ligação. Opositores políticos se usaram desse artifício para formalizar denúncias criminosas tentando macular nossa imagem&#8221;, disse à Rádio CBN.</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">A polícia cumpriu mandados de busca na residência, no escritório e no Gabinete de João Alves na Câmara de Vereadores. O vereador chegou a ir para a delegacia, mas não foi detido.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Um aparelho celular dele foi apreendido.</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">O delegado Aneilton Castro, da Polícia Civil, confirmou as BUSCAS</p>



<figure class="wp-block-gallery has-nested-images columns-default is-cropped wp-block-gallery-4 is-layout-flex wp-block-gallery-is-layout-flex">
<figure class="wp-block-image size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="245" height="257" data-id="1012" src="https://www.fatonewspb.com.br/wp-content/uploads/2026/04/Captura-de-tela-2026-04-08-140919.png" alt="" class="wp-image-1012"/></figure>
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		<title>Escândalo na PM: MP denuncia oficiais por desaparecimento de quase 500 veículos apreendidos na Paraíba</title>
		<link>https://www.fatonewspb.com.br/escandalo-na-pm-mp-denuncia-oficiais-por-desaparecimento-de-quase-500-veiculos-apreendidos-na-paraiba/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação FatoNewsPB]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 01 Apr 2026 12:45:46 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Policial]]></category>
		<category><![CDATA[Populares]]></category>
		<category><![CDATA[Últimas Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O Ministério Público da Paraíba (MPPB) apresentou denúncia à Justiça Militar contra dois oficiais da Polícia Militar da Paraíba (PMPB) por suposto envolvimento no desaparecimento de centenas de veículos que estavam sob custódia da corporação. O caso envolve o pátio do 7º Batalhão da Polícia Militar da Paraíba, localizado no município de Santa Rita, na Região Metropolitana de João Pessoa. A denúncia é assinada pelo promotor Fernando A. F. de Andrade, que aponta indícios de um possível escoamento sistemático de veículos apreendidos, muitos dos quais teriam desaparecido do pátio da unidade policial ao longo de vários anos. O tamanho do problema Os números apresentados na investigação chamam atenção e revelam um cenário considerado grave: Segundo o Ministério Público, os veículos estavam oficialmente apreendidos e sob guarda da Polícia Militar, mas teriam sido retirados do local sem registros formais. A suspeita levantada na investigação é de que parte dos veículos tenha sido enviada para sucatas ou colocada novamente em circulação de forma irregular em outros estados. Período investigado De acordo com a denúncia, os fatos teriam ocorrido entre 2017 e 2022, com maior intensidade entre 2019 e 2020. Nesse período, segundo o MPPB, os oficiais denunciados ocupavam funções de comando ou de responsabilidade logística no batalhão, setores que teriam relação direta com o controle e a guarda dos veículos apreendidos. Possíveis crimes apontados A investigação aponta indícios de irregularidades graves envolvendo bens que estavam sob custódia do Estado. Entre as possíveis infrações citadas no processo estão: O caso agora passa a ser analisado pela Justiça Militar, que deverá decidir se aceita a denúncia e transforma o procedimento em ação penal militar.</p>
<p>O post <a href="https://www.fatonewspb.com.br/escandalo-na-pm-mp-denuncia-oficiais-por-desaparecimento-de-quase-500-veiculos-apreendidos-na-paraiba/">Escândalo na PM: MP denuncia oficiais por desaparecimento de quase 500 veículos apreendidos na Paraíba</a> apareceu primeiro em <a href="https://www.fatonewspb.com.br"></a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph">O Ministério Público da Paraíba (MPPB) apresentou denúncia à <strong>Justiça Militar</strong> contra dois oficiais da Polícia Militar da Paraíba (PMPB) por suposto envolvimento no desaparecimento de centenas de veículos que estavam sob custódia da corporação. O caso envolve o pátio do 7º Batalhão da Polícia Militar da Paraíba, localizado no município de Santa Rita, na Região Metropolitana de João Pessoa.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A denúncia é assinada pelo promotor <strong>Fernando A. F. de Andrade</strong>, que aponta indícios de um possível <strong>escoamento sistemático de veículos apreendidos</strong>, muitos dos quais teriam desaparecido do pátio da unidade policial ao longo de vários anos.</p>



<hr class="wp-block-separator has-alpha-channel-opacity"/>



<h2 class="wp-block-heading"> O tamanho do problema</h2>



<h2 class="wp-block-heading"></h2>



<figure class="wp-block-gallery has-nested-images columns-default is-cropped wp-block-gallery-5 is-layout-flex wp-block-gallery-is-layout-flex">
<figure class="wp-block-image size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="603" height="173" data-id="992" src="https://www.fatonewspb.com.br/wp-content/uploads/2026/04/Captura-de-tela-2026-04-01-094415.png" alt="" class="wp-image-992" srcset="https://www.fatonewspb.com.br/wp-content/uploads/2026/04/Captura-de-tela-2026-04-01-094415.png 603w, https://www.fatonewspb.com.br/wp-content/uploads/2026/04/Captura-de-tela-2026-04-01-094415-300x86.png 300w" sizes="(max-width: 603px) 100vw, 603px" /></figure>
</figure>



<p class="wp-block-paragraph">Os números apresentados na investigação chamam atenção e revelam um cenário considerado grave:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li> <strong>479 veículos catalogados no pátio em 2019</strong></li>



<li> <strong>Apenas 8 veículos encontrados em 2022</strong></li>



<li> <strong>Mais de 400 veículos desapareceram</strong></li>
</ul>



<p class="wp-block-paragraph">Segundo o Ministério Público, os veículos estavam <strong>oficialmente apreendidos e sob guarda da Polícia Militar</strong>, mas teriam sido retirados do local sem registros formais.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A suspeita levantada na investigação é de que parte dos veículos <strong>tenha sido enviada para sucatas ou colocada novamente em circulação de forma irregular em outros estados</strong>.</p>



<hr class="wp-block-separator has-alpha-channel-opacity"/>



<h2 class="wp-block-heading"> Período investigado</h2>



<p class="wp-block-paragraph">De acordo com a denúncia, os fatos teriam ocorrido entre <strong>2017 e 2022</strong>, com maior intensidade <strong>entre 2019 e 2020</strong>.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Nesse período, segundo o MPPB, <strong>os oficiais denunciados ocupavam funções de comando ou de responsabilidade logística no batalhão</strong>, setores que teriam relação direta com o controle e a guarda dos veículos apreendidos.</p>



<hr class="wp-block-separator has-alpha-channel-opacity"/>



<h2 class="wp-block-heading"> Possíveis crimes apontados</h2>



<p class="wp-block-paragraph">A investigação aponta indícios de irregularidades graves envolvendo bens que estavam sob custódia do Estado. Entre as possíveis infrações citadas no processo estão:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>extravio de bem público sob custódia estatal</li>



<li>peculato ou apropriação indevida</li>



<li>falhas graves de controle patrimonial</li>
</ul>



<p class="wp-block-paragraph">O caso agora passa a ser analisado pela <strong>Justiça Militar</strong>, que deverá decidir se aceita a denúncia e transforma o procedimento em <strong>ação penal militar</strong>.</p>
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		<item>
		<title>Delegado da PCPE é investigado por suposto pagamento a criminosos para esposa passar em concurso</title>
		<link>https://www.fatonewspb.com.br/delegado-da-pcpe-e-investigado-por-suposto-pagamento-a-criminosos-para-esposa-passar-em-concurso/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação FatoNewsPB]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 25 Mar 2026 18:18:43 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Policial]]></category>
		<category><![CDATA[Últimas Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Um delegado da Polícia Civil de Pernambuco é investigado por suspeita de pagar a aprovação da companheira no Concurso Nacional Unificado (CNU) de 2024.  O crime envolve um grupo especializado em fraudes em concursos públicos e inclui pelo menos um ex-funcionário da Fundação Cesgranrio, organizadora do certame.&#160; Informações acessadas pela TV Globo e divulgadas no &#8220;Fantástico&#8221; de domingo (22) apontam para um esquema milionário detalhado em representação da Polícia Federal feita à Justiça Federal na Paraíba. Lariça Saraiva Amando Alencar, esposa do delegado Diogo Gonçalves Bem, passou em primeiro lugar no cargo de auditora fiscal do Ministério do Trabalho e Emprego (MTE), no CNU. A suposta participação do casal no esquema partiu da delação premiada de Thyago José de Andrade, apontado como chefe do grupo criminoso, e da companheira dele, Lais Giselly Nunes de Araújo. No documento da PF, Lais Giselly teria informado que a esposa de um delegado, identificada como Lariça, fraudou o concurso do CNU e foi aprovada em primeiro lugar. Os relatores não informaram como ocorreu o repasse de respostas à mulher. Após menção, a polícia teria verificado&#160;as notas obtidas por Lariça no CNU e identificado discrepância nos resultados da&#160;primeira e segunda fases do certame. Segundo informações do g1, que acessou o documento, na primeira fase, Lariça teve a melhor nota nas provas objetiva e discursiva, já na segunda, as notas foram &#8220;relativamente baixas&#8221;. As investigações iniciadas após denúncia anônima apontam que o grupo criminoso utilizava pontos eletrônicos para informar respostas, fotos de cadernos de questões e acesso antecipado ao gabarito.</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph">Um delegado da Polícia Civil de <strong>Pernambuco</strong> é investigado por suspeita de pagar a aprovação da companheira no <strong>Concurso Nacional Unificado</strong> (CNU) de 2024. </p>



<p class="wp-block-paragraph">O crime envolve um grupo especializado em fraudes em concursos públicos e inclui pelo menos um ex-funcionário da Fundação Cesgranrio, organizadora do certame.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Informações acessadas pela TV Globo e divulgadas no &#8220;Fantástico&#8221; de domingo (22) apontam para um esquema milionário detalhado em representação da Polícia Federal feita à Justiça Federal na Paraíba.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Lariça Saraiva Amando Alencar, esposa do delegado Diogo Gonçalves Bem, passou em primeiro lugar no cargo de auditora fiscal do Ministério do Trabalho e Emprego (MTE), no CNU.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A suposta participação do casal no esquema partiu da delação premiada de Thyago José de Andrade, apontado como chefe do grupo criminoso, e da companheira dele, Lais Giselly Nunes de Araújo.</p>



<p class="wp-block-paragraph">No documento da PF, Lais Giselly teria informado que a esposa de um delegado, identificada como Lariça, fraudou o concurso do CNU e foi aprovada em primeiro lugar. Os relatores não informaram como ocorreu o repasse de respostas à mulher.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Após menção, a polícia teria verificado&nbsp;as notas obtidas por Lariça no CNU e identificado discrepância nos resultados da&nbsp;primeira e segunda fases do certame.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Segundo informações do g1, que acessou o documento, na primeira fase, Lariça teve a melhor nota nas provas objetiva e discursiva, já na segunda, as notas foram &#8220;relativamente baixas&#8221;.</p>



<p class="wp-block-paragraph">As investigações iniciadas após denúncia anônima apontam que o grupo criminoso utilizava pontos eletrônicos para informar respostas, fotos de cadernos de questões e acesso antecipado ao gabarito.</p>



<figure class="wp-block-gallery has-nested-images columns-default is-cropped wp-block-gallery-6 is-layout-flex wp-block-gallery-is-layout-flex">
<figure class="wp-block-image size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="451" height="348" data-id="953" src="https://www.fatonewspb.com.br/wp-content/uploads/2026/03/Captura-de-tela-2026-03-25-151813.png" alt="" class="wp-image-953" srcset="https://www.fatonewspb.com.br/wp-content/uploads/2026/03/Captura-de-tela-2026-03-25-151813.png 451w, https://www.fatonewspb.com.br/wp-content/uploads/2026/03/Captura-de-tela-2026-03-25-151813-300x231.png 300w" sizes="(max-width: 451px) 100vw, 451px" /></figure>
</figure>
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			</item>
		<item>
		<title>PF deflagra operação para reprimir fraudes bancárias e lavagem de capitais</title>
		<link>https://www.fatonewspb.com.br/pf-deflagra-operacao-para-reprimir-fraudes-bancarias-e-lavagem-de-capitais/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação FatoNewsPB]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 25 Mar 2026 10:45:41 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Policial]]></category>
		<category><![CDATA[Últimas Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A Polícia Federal deflagrou, nesta quarta-feira (25/3), a Operação Fallax, com o objetivo de desarticular organização criminosa especializada em fraudes bancárias contra a Caixa Econômica Federal, além da prática de estelionato e lavagem de dinheiro. A investigação teve início em 2024, quando foram identificados indícios de um esquema estruturado voltado à obtenção de vantagens ilícitas. O grupo criminoso atuava por meio da cooptação de funcionários de instituições financeiras e da utilização de empresas, inclusive vinculadas a grupo econômico específico, para a movimentação de valores e ocultação de recursos ilícitos. Estão sendo cumpridos 43 mandados de busca e apreensão e 21 mandados de prisão preventiva, expedidos pela Justiça Federal de São Paulo, em cidades dos estados de São Paulo, Rio de Janeiro e Bahia. Também foi determinado o bloqueio e o sequestro de bens imóveis, veículos e ativos financeiros até o limite de R$ 47 milhões, com o objetivo de descapitalizar a organização criminosa. As fraudes investigadas podem alcançar valores superiores a R$ 500 milhões. Foram ainda autorizadas medidas cautelares para o rastreamento de ativos financeiros, incluindo a quebra de sigilo bancário e fiscal de 33 pessoas físicas e 172 pessoas jurídicas. De acordo com as investigações, a organização utilizava empresas de fachada e estruturas empresariais para dissimular a origem dos recursos ilícitos. Funcionários de instituições financeiras inseriam dados falsos nos sistemas bancários para viabilizar saques e transferências indevidas. Posteriormente, os valores eram convertidos em bens de luxo e criptoativos, com o intuito de dificultar o rastreamento. A operação contou com o apoio da Polícia Militar do Estado de São Paulo. Os investigados poderão responder pelos crimes de organização criminosa, estelionato qualificado, lavagem de dinheiro, gestão fraudulenta, corrupção ativa e passiva e crimes contra o sistema financeiro nacional, cujas penas, somadas, podem ultrapassar 50 anos de reclusão.</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph">A Polícia Federal deflagrou, nesta quarta-feira (25/3), a Operação Fallax, com o objetivo de desarticular organização criminosa especializada em fraudes bancárias contra a Caixa Econômica Federal, além da prática de estelionato e lavagem de dinheiro.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A investigação teve início em 2024, quando foram identificados indícios de um esquema estruturado voltado à obtenção de vantagens ilícitas. O grupo criminoso atuava por meio da cooptação de funcionários de instituições financeiras e da utilização de empresas, inclusive vinculadas a grupo econômico específico, para a movimentação de valores e ocultação de recursos ilícitos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Estão sendo cumpridos 43 mandados de busca e apreensão e 21 mandados de prisão preventiva, expedidos pela Justiça Federal de São Paulo, em cidades dos estados de São Paulo, Rio de Janeiro e Bahia.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Também foi determinado o bloqueio e o sequestro de bens imóveis, veículos e ativos financeiros até o limite de R$ 47 milhões, com o objetivo de descapitalizar a organização criminosa. As fraudes investigadas podem alcançar valores superiores a R$ 500 milhões. Foram ainda autorizadas medidas cautelares para o rastreamento de ativos financeiros, incluindo a quebra de sigilo bancário e fiscal de 33 pessoas físicas e 172 pessoas jurídicas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">De acordo com as investigações, a organização utilizava empresas de fachada e estruturas empresariais para dissimular a origem dos recursos ilícitos. Funcionários de instituições financeiras inseriam dados falsos nos sistemas bancários para viabilizar saques e transferências indevidas. Posteriormente, os valores eram convertidos em bens de luxo e criptoativos, com o intuito de dificultar o rastreamento.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A operação contou com o apoio da Polícia Militar do Estado de São Paulo.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Os investigados poderão responder pelos crimes de organização criminosa, estelionato qualificado, lavagem de dinheiro, gestão fraudulenta, corrupção ativa e passiva e crimes contra o sistema financeiro nacional, cujas penas, somadas, podem ultrapassar 50 anos de reclusão.</p>



<figure class="wp-block-gallery has-nested-images columns-default is-cropped wp-block-gallery-7 is-layout-flex wp-block-gallery-is-layout-flex">
<figure class="wp-block-image size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="695" height="487" data-id="950" src="https://www.fatonewspb.com.br/wp-content/uploads/2026/03/Captura-de-tela-2026-03-25-073554.png" alt="" class="wp-image-950" srcset="https://www.fatonewspb.com.br/wp-content/uploads/2026/03/Captura-de-tela-2026-03-25-073554.png 695w, https://www.fatonewspb.com.br/wp-content/uploads/2026/03/Captura-de-tela-2026-03-25-073554-300x210.png 300w" sizes="(max-width: 695px) 100vw, 695px" /></figure>
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<p>O post <a href="https://www.fatonewspb.com.br/pf-deflagra-operacao-para-reprimir-fraudes-bancarias-e-lavagem-de-capitais/">PF deflagra operação para reprimir fraudes bancárias e lavagem de capitais</a> apareceu primeiro em <a href="https://www.fatonewspb.com.br"></a>.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Mesmo doente, policial civil da Paraiba com quase 40 anos de serviço é obrigado a continuar trabalhando para não perder metade do salário</title>
		<link>https://www.fatonewspb.com.br/mesmo-doente-policial-civil-com-quase-40-anos-de-servico-e-obrigado-a-continuar-trabalhando-para-nao-perder-metade-do-salario/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação FatoNewsPB]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 12 Mar 2026 21:15:33 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Policial]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Um policial da Polícia Civil da Paraíba, com quase quatro décadas dedicadas à segurança pública, enfrenta um drama que tem revoltado colegas de profissão. Mesmo doente e sem plenas condições físicas de trabalho, o servidor afirma que não pode se aposentar porque perderia cerca de 50% do salário. Segundo o relato, a redução drástica nos vencimentos tornaria a aposentadoria inviável. Na prática, após quase 40 anos de serviços prestados à população, ele passaria a receber menos do que um guarda municipal da cidade de Bayeux. Diante dessa realidade, o policial diz que é obrigado a continuar na ativa, mesmo enfrentando problemas de saúde e desgaste físico acumulado ao longo da carreira. A situação expõe um cenário de desvalorização e levanta questionamentos sobre as regras de aposentadoria aplicadas aos profissionais da segurança pública no estado. O caso reacende o debate sobre a necessidade de revisão das políticas de valorização e proteção aos servidores que dedicaram a vida ao serviço público.</p>
<p>O post <a href="https://www.fatonewspb.com.br/mesmo-doente-policial-civil-com-quase-40-anos-de-servico-e-obrigado-a-continuar-trabalhando-para-nao-perder-metade-do-salario/">Mesmo doente, policial civil da Paraiba com quase 40 anos de serviço é obrigado a continuar trabalhando para não perder metade do salário</a> apareceu primeiro em <a href="https://www.fatonewspb.com.br"></a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph">Um policial da Polícia Civil da Paraíba, com quase quatro décadas dedicadas à segurança pública, enfrenta um drama que tem revoltado colegas de profissão. Mesmo doente e sem plenas condições físicas de trabalho, o servidor afirma que não pode se aposentar porque perderia cerca de 50% do salário.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Segundo o relato, a redução drástica nos vencimentos tornaria a aposentadoria inviável. Na prática, após quase 40 anos de serviços prestados à população, ele passaria a receber menos do que um guarda municipal da cidade de Bayeux.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Diante dessa realidade, o policial diz que é obrigado a continuar na ativa, mesmo enfrentando problemas de saúde e desgaste físico acumulado ao longo da carreira. A situação expõe um cenário de desvalorização e levanta questionamentos sobre as regras de aposentadoria aplicadas aos profissionais da segurança pública no estado.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O caso reacende o debate sobre a necessidade de revisão das políticas de valorização e proteção aos servidores que dedicaram a vida ao serviço público.</p>



<figure class="wp-block-video"><video height="1040" style="aspect-ratio: 576 / 1040;" width="576" controls src="https://www.fatonewspb.com.br/wp-content/uploads/2026/03/60.mp4"></video></figure>
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			</item>
		<item>
		<title>ARQUIVO MORTO : GAECO faz buscas na casa do prefeito de Jacaraú em investigação sobre assassinato do vereador Peron Filho</title>
		<link>https://www.fatonewspb.com.br/arquivo-morto-gaeco-faz-buscas-na-casa-do-prefeito-de-jacarau-em-investigacao-sobre-assassinato-do-vereador-peron-filho/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação FatoNewsPB]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 12 Mar 2026 15:43:09 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Policial]]></category>
		<category><![CDATA[Últimas Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A investigação sobre o assassinato do vereador Peron Filho ganhou novos desdobramentos nesta quinta-feira (12). O Ministério Público do Estado da Paraíba e a Polícia Civil da Paraíba cumpriram mandados de busca e apreensão na cidade de Jacaraú, no Litoral Norte do estado. A operação foi realizada pelo Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado, pela Comissão de Combate aos Crimes de Responsabilidade e à Improbidade Administrativa e pela Delegacia de Repressão ao Crime Organizado. As medidas cautelares foram autorizadas pelo Tribunal de Justiça da Paraíba e cumpridas nas residências do prefeito de Jacaraú e também de um ex-gerente do Fórum da comarca. Segundo o Ministério Público, as diligências fazem parte do aprofundamento das investigações que buscam esclarecer completamente as circunstâncias do crime. O objetivo é reunir novos elementos informativos que possam ajudar a identificar os autores do homicídio e possíveis envolvidos. Todo o material apreendido durante a operação será submetido à análise técnica pelas autoridades responsáveis pelo inquérito. Relembre o caso O vereador Peron Filho foi assassinado no dia 15 de setembro. Ele retornava para casa de motocicleta após participar de uma partida de futebol em um distrito de Jacaraú, quando foi surpreendido e atingido por três disparos nas costas. O corpo do parlamentar foi encontrado às margens da PB-071, na entrada do município de Pedro Régis. Inicialmente, a polícia chegou a considerar a hipótese de latrocínio (roubo seguido de morte), mas essa linha foi descartada durante as investigações. Desde então, o caso passou a ser tratado como homicídio, e as autoridades trabalham para identificar a motivação e os responsáveis pelo crime.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph">A investigação sobre o assassinato do vereador <strong>Peron Filho</strong> ganhou novos desdobramentos nesta quinta-feira (12). O <strong>Ministério Público do Estado da Paraíba</strong> e a <strong>Polícia Civil da Paraíba</strong> cumpriram mandados de busca e apreensão na cidade de <strong>Jacaraú</strong>, no Litoral Norte do estado.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A operação foi realizada pelo <strong>Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado</strong>, pela <strong>Comissão de Combate aos Crimes de Responsabilidade e à Improbidade Administrativa</strong> e pela <strong>Delegacia de Repressão ao Crime Organizado</strong>.</p>



<p class="wp-block-paragraph">As medidas cautelares foram autorizadas pelo <strong>Tribunal de Justiça da Paraíba</strong> e cumpridas nas residências do prefeito de Jacaraú e também de um ex-gerente do Fórum da comarca.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Segundo o Ministério Público, as diligências fazem parte do aprofundamento das investigações que buscam esclarecer completamente as circunstâncias do crime. O objetivo é reunir novos elementos informativos que possam ajudar a identificar os autores do homicídio e possíveis envolvidos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Todo o material apreendido durante a operação será submetido à análise técnica pelas autoridades responsáveis pelo inquérito.</p>



<h3 class="wp-block-heading">Relembre o caso</h3>



<p class="wp-block-paragraph">O vereador <strong>Peron Filho</strong> foi assassinado no dia 15 de setembro. Ele retornava para casa de motocicleta após participar de uma partida de futebol em um distrito de <strong>Jacaraú</strong>, quando foi surpreendido e atingido por três disparos nas costas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O corpo do parlamentar foi encontrado às margens da <strong>PB-071</strong>, na entrada do município de <strong>Pedro Régis</strong>.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Inicialmente, a polícia chegou a considerar a hipótese de latrocínio (roubo seguido de morte), mas essa linha foi descartada durante as investigações. Desde então, o caso passou a ser tratado como homicídio, e as autoridades trabalham para identificar a motivação e os responsáveis pelo crime.</p>



<figure class="wp-block-gallery has-nested-images columns-default is-cropped wp-block-gallery-8 is-layout-flex wp-block-gallery-is-layout-flex">
<figure class="wp-block-image size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="715" height="555" data-id="873" src="https://www.fatonewspb.com.br/wp-content/uploads/2026/03/Captura-de-tela-2026-03-12-124237.png" alt="" class="wp-image-873" srcset="https://www.fatonewspb.com.br/wp-content/uploads/2026/03/Captura-de-tela-2026-03-12-124237.png 715w, https://www.fatonewspb.com.br/wp-content/uploads/2026/03/Captura-de-tela-2026-03-12-124237-300x233.png 300w" sizes="(max-width: 715px) 100vw, 715px" /></figure>
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		<title>“Velho Oeste em Santa Rita”: sob silêncio da presidência, Câmara revive faroeste político com ameaças, armas e bastidores nebulosos</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação FatoNewsPB]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 02 Mar 2026 09:40:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Policial]]></category>
		<category><![CDATA[Últimas Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O vereador Clóvis de Loy gravou e divulgou um vídeo afirmando ter sido ameaçado de morte, relatando ainda que outro parlamentar teria passado pela mesma situação, mas preferiu não se expor publicamente. A denúncia caiu como uma bomba nos bastidores do Legislativo.</p>
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<p class="wp-block-paragraph">Se alguém entrar distraído na Câmara Municipal de Santa Rita pode até pensar que chegou a um cenário de filme antigo de faroeste. A diferença é que, no lugar de cavalos e poeira, há microfones, sessões legislativas e vereadores. E, segundo relatos que circulam nos bastidores do próprio Legislativo, <strong>até armas de grosso calibre estariam fazendo parte do roteiro</strong>.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O clima de rivalidade política na cidade só aumentou após a vitória do prefeito Jackson Alvino, mas o que vem acontecendo dentro da chamada <strong>“Casa do Povo”</strong> parece ir além do embate político. A Câmara virou personagem frequente do noticiário — não exatamente por projetos ou debates que mudem a vida da população.</p>



<figure class="wp-block-video"><video height="848" style="aspect-ratio: 480 / 848;" width="480" controls src="https://www.fatonewspb.com.br/wp-content/uploads/2026/03/WhatsApp-Video-2026-03-01-at-15.11.51.mp4"></video></figure>



<p class="wp-block-paragraph">Entre denúncias e relatos de bastidores, um dos pontos mais graves envolve a suspeita de <strong>vereadores circulando armados dentro do plenário durante sessões</strong>, inclusive com menção à presença de pistola calibre 7.65. Se confirmado, o fato seria algo digno de investigação urgente por parte das autoridades.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Mesmo diante de denúncias públicas, vídeos nas redes sociais e episódios que expõem o ambiente de tensão, o que mais chama atenção é o <strong>silêncio da presidência da Câmara</strong>, acusada por parlamentares e fontes internas de tratar o assunto com uma tranquilidade que beira a omissão.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O vereador Clóvis de Loy gravou e divulgou um vídeo afirmando ter sido <strong>ameaçado de morte</strong>, relatando ainda que outro parlamentar teria passado pela mesma situação, mas preferiu não se expor publicamente. A denúncia caiu como uma bomba nos bastidores do Legislativo.</p>



<figure class="wp-block-gallery has-nested-images columns-default is-cropped wp-block-gallery-9 is-layout-flex wp-block-gallery-is-layout-flex">
<figure class="wp-block-image size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="278" height="330" data-id="822" src="https://www.fatonewspb.com.br/wp-content/uploads/2026/03/Captura-de-tela-2026-03-01-151443.png" alt="" class="wp-image-822" srcset="https://www.fatonewspb.com.br/wp-content/uploads/2026/03/Captura-de-tela-2026-03-01-151443.png 278w, https://www.fatonewspb.com.br/wp-content/uploads/2026/03/Captura-de-tela-2026-03-01-151443-253x300.png 253w" sizes="(max-width: 278px) 100vw, 278px" /></figure>
</figure>



<p class="wp-block-paragraph">Outro caso que chamou atenção envolve o vereador Vagner de Bebê, que também publicou vídeo relatando ameaças contra sua vida. O episódio ganhou repercussão ainda maior porque o parlamentar responde a processo relacionado a um <strong>suposto homicídio</strong>, utilizando inclusive tornozeleira eletrônica.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Como se não bastasse, o vereador Otávio Bernardino teve sua residência <strong>alvejada por disparos de arma de fogo</strong>, um episódio grave que, segundo relatos, nunca foi devidamente esclarecido pelas autoridades.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Nos bastidores da Câmara, parlamentares admitem reservadamente o clima de tensão, mas publicamente muitos preferem adotar a clássica estratégia política do “não vi, não sei, não estava”. Curiosamente, são os mesmos que, longe das câmeras, reconhecem que o ambiente dentro da Casa está longe de ser normal.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Também há relatos de que <strong>pessoas ligadas a facções locais estariam frequentando as galerias durante sessões</strong>, misturadas à população que acompanha os trabalhos legislativos — um cenário que, se confirmado, expõe ainda mais o nível de vulnerabilidade institucional.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Diante desse conjunto de fatos, cresce a cobrança por uma atuação firme do Ministério Público da Paraíba e do GAECO, antes que o roteiro de faroeste que parece estar sendo encenado dentro do Legislativo municipal tenha um desfecho trágico.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Porque, no fim das contas, Santa Rita não precisa de bang-bang político.<br>Precisa de <strong>transparência, responsabilidade e instituições funcionando — de preferência sem armas no plenário e sem silêncio conveniente na presidência da Casa.</strong></p>
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